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	<itunes:summary><![CDATA[Meu nome é João Ribeiro de A. Borba.
Sou Doutor em Filosofia, com experiência em artes dramáticas como dramaturgo e ator (além de cinéfilo), e componho músicas como amador por prazer desde a juventude, a princípio canções letradas, passando a me concentrar depois cada vez mais em composições instrumentais feitas em partitura com uso do aplivativo MuseScore.
Nesse meio de caminho passei também 15 anos cantando em corais cênicos (música erudita sacra e laica, música pupular brasileira e  enfim, na verdade de tudo quanto é tipo), e apesar da minha dedicação a essas coisas ter sido sempre muito mais apaixonada e inspirada do que propriamente estudiosa, isso sem dúvida ajudou no desenvolvimento do pouco que entendo de música.
Minhas músicas instrumentais em geral procuram sugerir uma cena imaginária, muitas vezes em algum ambiente natural, ou então procuram desenhar o "clima" de uma situação ou de um sentimento.
Pretendo disponibilizar a maioria de minhas músicas, talvez todas, em regime de Creative Commons, permitindo uso livre e exigindo apenas a atribuição da música à minha autoria e que ela só seja passada adiante em condições semelhantes. Mas pode ocorrer que em algum caso eu coloque restrições. Por via das dúvidas, verifique.]]></itunes:summary>
	<googleplay:description><![CDATA[Meu nome é João Ribeiro de A. Borba.
Sou Doutor em Filosofia, com experiência em artes dramáticas como dramaturgo e ator (além de cinéfilo), e componho músicas como amador por prazer desde a juventude, a princípio canções letradas, passando a me concentrar depois cada vez mais em composições instrumentais feitas em partitura com uso do aplivativo MuseScore.
Nesse meio de caminho passei também 15 anos cantando em corais cênicos (música erudita sacra e laica, música pupular brasileira e  enfim, na verdade de tudo quanto é tipo), e apesar da minha dedicação a essas coisas ter sido sempre muito mais apaixonada e inspirada do que propriamente estudiosa, isso sem dúvida ajudou no desenvolvimento do pouco que entendo de música.
Minhas músicas instrumentais em geral procuram sugerir uma cena imaginária, muitas vezes em algum ambiente natural, ou então procuram desenhar o "clima" de uma situação ou de um sentimento.
Pretendo disponibilizar a maioria de minhas músicas, talvez todas, em regime de Creative Commons, permitindo uso livre e exigindo apenas a atribuição da música à minha autoria e que ela só seja passada adiante em condições semelhantes. Mas pode ocorrer que em algum caso eu coloque restrições. Por via das dúvidas, verifique.]]></googleplay:description>
	<description><![CDATA[Meu nome é João Ribeiro de A. Borba.
Sou Doutor em Filosofia, com experiência em artes dramáticas como dramaturgo e ator (além de cinéfilo), e componho músicas como amador por prazer desde a juventude, a princípio canções letradas, passando a me concentrar depois cada vez mais em composições instrumentais feitas em partitura com uso do aplivativo MuseScore.
Nesse meio de caminho passei também 15 anos cantando em corais cênicos (música erudita sacra e laica, música pupular brasileira e  enfim, na verdade de tudo quanto é tipo), e apesar da minha dedicação a essas coisas ter sido sempre muito mais apaixonada e inspirada do que propriamente estudiosa, isso sem dúvida ajudou no desenvolvimento do pouco que entendo de música.
Minhas músicas instrumentais em geral procuram sugerir uma cena imaginária, muitas vezes em algum ambiente natural, ou então procuram desenhar o "clima" de uma situação ou de um sentimento.
Pretendo disponibilizar a maioria de minhas músicas, talvez todas, em regime de Creative Commons, permitindo uso livre e exigindo apenas a atribuição da música à minha autoria e que ela só seja passada adiante em condições semelhantes. Mas pode ocorrer que em algum caso eu coloque restrições. Por via das dúvidas, verifique.]]></description>
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            <title><![CDATA[O fôlego elétrico]]></title>
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Sou Doutor em Filosofia, com experiência em artes dramáticas como dramaturgo e ator (além de cinéfilo), e componho músicas como amador por prazer desde a juventude, a princípio canções letradas, passando a me concentrar depois cada vez mais em composições instrumentais feitas em partitura com uso do aplivativo MuseScore.
Nesse meio de caminho passei também 15 anos cantando em corais cênicos (música erudita sacra e laica, música pupular brasileira e  enfim, na verdade de tudo quanto é tipo), e apesar da minha dedicação a essas coisas ter sido sempre muito mais apaixonada e inspirada do que propriamente estudiosa, isso sem dúvida ajudou no desenvolvimento do pouco que entendo de música.
Minhas músicas instrumentais em geral procuram sugerir uma cena imaginária, muitas vezes em algum ambiente natural, ou então procuram desenhar o "clima" de uma situação ou de um sentimento.
Pretendo disponibilizar a maioria de minhas músicas, talvez todas, em regime de Creative Commons, permitindo uso livre e exigindo apenas a atribuição da música à minha autoria e que ela só seja passada adiante em condições semelhantes. Mas pode ocorrer que em algum caso eu coloque restrições. Por via das dúvidas, verifique.]]></description>
            <googleplay:description><![CDATA[Meu nome é João Ribeiro de A. Borba.
Sou Doutor em Filosofia, com experiência em artes dramáticas como dramaturgo e ator (além de cinéfilo), e componho músicas como amador por prazer desde a juventude, a princípio canções letradas, passando a me concentrar depois cada vez mais em composições instrumentais feitas em partitura com uso do aplivativo MuseScore.
Nesse meio de caminho passei também 15 anos cantando em corais cênicos (música erudita sacra e laica, música pupular brasileira e  enfim, na verdade de tudo quanto é tipo), e apesar da minha dedicação a essas coisas ter sido sempre muito mais apaixonada e inspirada do que propriamente estudiosa, isso sem dúvida ajudou no desenvolvimento do pouco que entendo de música.
Minhas músicas instrumentais em geral procuram sugerir uma cena imaginária, muitas vezes em algum ambiente natural, ou então procuram desenhar o "clima" de uma situação ou de um sentimento.
Pretendo disponibilizar a maioria de minhas músicas, talvez todas, em regime de Creative Commons, permitindo uso livre e exigindo apenas a atribuição da música à minha autoria e que ela só seja passada adiante em condições semelhantes. Mas pode ocorrer que em algum caso eu coloque restrições. Por via das dúvidas, verifique.]]></googleplay:description>
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                <pubDate>Sun, 31 Jan 2021 00:21:53 +0100</pubDate>
                
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            <title><![CDATA[Conversando e rindo na mesa do bar]]></title>
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Sou Doutor em Filosofia, com experiência em artes dramáticas como dramaturgo e ator (além de cinéfilo), e componho músicas como amador por prazer desde a juventude, a princípio canções letradas, passando a me concentrar depois cada vez mais em composições instrumentais feitas em partitura com uso do aplivativo MuseScore.
Nesse meio de caminho passei também 15 anos cantando em corais cênicos (música erudita sacra e laica, música pupular brasileira e  enfim, na verdade de tudo quanto é tipo), e apesar da minha dedicação a essas coisas ter sido sempre muito mais apaixonada e inspirada do que propriamente estudiosa, isso sem dúvida ajudou no desenvolvimento do pouco que entendo de música.
Minhas músicas instrumentais em geral procuram sugerir uma cena imaginária, muitas vezes em algum ambiente natural, ou então procuram desenhar o "clima" de uma situação ou de um sentimento.
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            <googleplay:description><![CDATA[Meu nome é João Ribeiro de A. Borba.
Sou Doutor em Filosofia, com experiência em artes dramáticas como dramaturgo e ator (além de cinéfilo), e componho músicas como amador por prazer desde a juventude, a princípio canções letradas, passando a me concentrar depois cada vez mais em composições instrumentais feitas em partitura com uso do aplivativo MuseScore.
Nesse meio de caminho passei também 15 anos cantando em corais cênicos (música erudita sacra e laica, música pupular brasileira e  enfim, na verdade de tudo quanto é tipo), e apesar da minha dedicação a essas coisas ter sido sempre muito mais apaixonada e inspirada do que propriamente estudiosa, isso sem dúvida ajudou no desenvolvimento do pouco que entendo de música.
Minhas músicas instrumentais em geral procuram sugerir uma cena imaginária, muitas vezes em algum ambiente natural, ou então procuram desenhar o "clima" de uma situação ou de um sentimento.
Pretendo disponibilizar a maioria de minhas músicas, talvez todas, em regime de Creative Commons, permitindo uso livre e exigindo apenas a atribuição da música à minha autoria e que ela só seja passada adiante em condições semelhantes. Mas pode ocorrer que em algum caso eu coloque restrições. Por via das dúvidas, verifique.]]></googleplay:description>
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                <pubDate>Tue, 26 Jan 2021 15:56:23 +0100</pubDate>
                
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            <title><![CDATA[Face patética de um palhaço]]></title>
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Nesse meio de caminho passei também 15 anos cantando em corais cênicos (música erudita sacra e laica, música pupular brasileira e  enfim, na verdade de tudo quanto é tipo), e apesar da minha dedicação a essas coisas ter sido sempre muito mais apaixonada e inspirada do que propriamente estudiosa, isso sem dúvida ajudou no desenvolvimento do pouco que entendo de música.
Minhas músicas instrumentais em geral procuram sugerir uma cena imaginária, muitas vezes em algum ambiente natural, ou então procuram desenhar o "clima" de uma situação ou de um sentimento.
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Nesse meio de caminho passei também 15 anos cantando em corais cênicos (música erudita sacra e laica, música pupular brasileira e  enfim, na verdade de tudo quanto é tipo), e apesar da minha dedicação a essas coisas ter sido sempre muito mais apaixonada e inspirada do que propriamente estudiosa, isso sem dúvida ajudou no desenvolvimento do pouco que entendo de música.
Minhas músicas instrumentais em geral procuram sugerir uma cena imaginária, muitas vezes em algum ambiente natural, ou então procuram desenhar o "clima" de uma situação ou de um sentimento.
Pretendo disponibilizar a maioria de minhas músicas, talvez todas, em regime de Creative Commons, permitindo uso livre e exigindo apenas a atribuição da música à minha autoria e que ela só seja passada adiante em condições semelhantes. Mas pode ocorrer que em algum caso eu coloque restrições. Por via das dúvidas, verifique.]]></googleplay:description>
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                <pubDate>Wed, 30 Dec 2020 15:04:31 +0100</pubDate>
                
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Nesse meio de caminho passei também 15 anos cantando em corais cênicos (música erudita sacra e laica, música pupular brasileira e  enfim, na verdade de tudo quanto é tipo), e apesar da minha dedicação a essas coisas ter sido sempre muito mais apaixonada e inspirada do que propriamente estudiosa, isso sem dúvida ajudou no desenvolvimento do pouco que entendo de música.
Minhas músicas instrumentais em geral procuram sugerir uma cena imaginária, muitas vezes em algum ambiente natural, ou então procuram desenhar o "clima" de uma situação ou de um sentimento.
Pretendo disponibilizar a maioria de minhas músicas, talvez todas, em regime de Creative Commons, permitindo uso livre e exigindo apenas a atribuição da música à minha autoria e que ela só seja passada adiante em condições semelhantes. Mas pode ocorrer que em algum caso eu coloque restrições. Por via das dúvidas, verifique.]]></description>
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Sou Doutor em Filosofia, com experiência em artes dramáticas como dramaturgo e ator (além de cinéfilo), e componho músicas como amador por prazer desde a juventude, a princípio canções letradas, passando a me concentrar depois cada vez mais em composições instrumentais feitas em partitura com uso do aplivativo MuseScore.
Nesse meio de caminho passei também 15 anos cantando em corais cênicos (música erudita sacra e laica, música pupular brasileira e  enfim, na verdade de tudo quanto é tipo), e apesar da minha dedicação a essas coisas ter sido sempre muito mais apaixonada e inspirada do que propriamente estudiosa, isso sem dúvida ajudou no desenvolvimento do pouco que entendo de música.
Minhas músicas instrumentais em geral procuram sugerir uma cena imaginária, muitas vezes em algum ambiente natural, ou então procuram desenhar o "clima" de uma situação ou de um sentimento.
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                <pubDate>Wed, 30 Dec 2020 14:11:13 +0100</pubDate>
                
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            <title><![CDATA[Temperando e mexendo - Panela de jazz]]></title>
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Nesse meio de caminho passei também 15 anos cantando em corais cênicos (música erudita sacra e laica, música pupular brasileira e  enfim, na verdade de tudo quanto é tipo), e apesar da minha dedicação a essas coisas ter sido sempre muito mais apaixonada e inspirada do que propriamente estudiosa, isso sem dúvida ajudou no desenvolvimento do pouco que entendo de música.
Minhas músicas instrumentais em geral procuram sugerir uma cena imaginária, muitas vezes em algum ambiente natural, ou então procuram desenhar o "clima" de uma situação ou de um sentimento.
Pretendo disponibilizar a maioria de minhas músicas, talvez todas, em regime de Creative Commons, permitindo uso livre e exigindo apenas a atribuição da música à minha autoria e que ela só seja passada adiante em condições semelhantes. Mas pode ocorrer que em algum caso eu coloque restrições. Por via das dúvidas, verifique.]]></description>
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Sou Doutor em Filosofia, com experiência em artes dramáticas como dramaturgo e ator (além de cinéfilo), e componho músicas como amador por prazer desde a juventude, a princípio canções letradas, passando a me concentrar depois cada vez mais em composições instrumentais feitas em partitura com uso do aplivativo MuseScore.
Nesse meio de caminho passei também 15 anos cantando em corais cênicos (música erudita sacra e laica, música pupular brasileira e  enfim, na verdade de tudo quanto é tipo), e apesar da minha dedicação a essas coisas ter sido sempre muito mais apaixonada e inspirada do que propriamente estudiosa, isso sem dúvida ajudou no desenvolvimento do pouco que entendo de música.
Minhas músicas instrumentais em geral procuram sugerir uma cena imaginária, muitas vezes em algum ambiente natural, ou então procuram desenhar o "clima" de uma situação ou de um sentimento.
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                <pubDate>Tue, 29 Dec 2020 15:52:58 +0100</pubDate>
                
                <atom:updated>2020-12-29T15:52:58+01:00</atom:updated>
                
            
            
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        <item>
            <title><![CDATA[Jaqueta e curvas na lambreta]]></title>
            <link>https://hearthis.at/jotaborba/jaqueta-e-curvas-na-lambreta/</link>
            <itunes:author><![CDATA[jotaborba]]></itunes:author>
            <description><![CDATA[Meu nome é João Ribeiro de A. Borba.
Sou Doutor em Filosofia, com experiência em artes dramáticas como dramaturgo e ator (além de cinéfilo), e componho músicas como amador por prazer desde a juventude, a princípio canções letradas, passando a me concentrar depois cada vez mais em composições instrumentais feitas em partitura com uso do aplivativo MuseScore.
Nesse meio de caminho passei também 15 anos cantando em corais cênicos (música erudita sacra e laica, música pupular brasileira e  enfim, na verdade de tudo quanto é tipo), e apesar da minha dedicação a essas coisas ter sido sempre muito mais apaixonada e inspirada do que propriamente estudiosa, isso sem dúvida ajudou no desenvolvimento do pouco que entendo de música.
Minhas músicas instrumentais em geral procuram sugerir uma cena imaginária, muitas vezes em algum ambiente natural, ou então procuram desenhar o "clima" de uma situação ou de um sentimento.
Pretendo disponibilizar a maioria de minhas músicas, talvez todas, em regime de Creative Commons, permitindo uso livre e exigindo apenas a atribuição da música à minha autoria e que ela só seja passada adiante em condições semelhantes. Mas pode ocorrer que em algum caso eu coloque restrições. Por via das dúvidas, verifique.]]></description>
            <googleplay:description><![CDATA[Meu nome é João Ribeiro de A. Borba.
Sou Doutor em Filosofia, com experiência em artes dramáticas como dramaturgo e ator (além de cinéfilo), e componho músicas como amador por prazer desde a juventude, a princípio canções letradas, passando a me concentrar depois cada vez mais em composições instrumentais feitas em partitura com uso do aplivativo MuseScore.
Nesse meio de caminho passei também 15 anos cantando em corais cênicos (música erudita sacra e laica, música pupular brasileira e  enfim, na verdade de tudo quanto é tipo), e apesar da minha dedicação a essas coisas ter sido sempre muito mais apaixonada e inspirada do que propriamente estudiosa, isso sem dúvida ajudou no desenvolvimento do pouco que entendo de música.
Minhas músicas instrumentais em geral procuram sugerir uma cena imaginária, muitas vezes em algum ambiente natural, ou então procuram desenhar o "clima" de uma situação ou de um sentimento.
Pretendo disponibilizar a maioria de minhas músicas, talvez todas, em regime de Creative Commons, permitindo uso livre e exigindo apenas a atribuição da música à minha autoria e que ela só seja passada adiante em condições semelhantes. Mas pode ocorrer que em algum caso eu coloque restrições. Por via das dúvidas, verifique.]]></googleplay:description>
            <itunes:summary><![CDATA[]]></itunes:summary>
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                <pubDate>Tue, 29 Dec 2020 15:45:10 +0100</pubDate>
                
                <atom:updated>2020-12-29T15:45:10+01:00</atom:updated>
                
            
            
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        <item>
            <title><![CDATA[A roda da carroça gira e a passarada voa]]></title>
            <link>https://hearthis.at/jotaborba/a-roda-da-carroca-gira-e-a-passarada-voa/</link>
            <itunes:author><![CDATA[jotaborba]]></itunes:author>
            <description><![CDATA[Meu nome é João Ribeiro de A. Borba.
Sou Doutor em Filosofia, com experiência em artes dramáticas como dramaturgo e ator (além de cinéfilo), e componho músicas como amador por prazer desde a juventude, a princípio canções letradas, passando a me concentrar depois cada vez mais em composições instrumentais feitas em partitura com uso do aplivativo MuseScore.
Nesse meio de caminho passei também 15 anos cantando em corais cênicos (música erudita sacra e laica, música pupular brasileira e  enfim, na verdade de tudo quanto é tipo), e apesar da minha dedicação a essas coisas ter sido sempre muito mais apaixonada e inspirada do que propriamente estudiosa, isso sem dúvida ajudou no desenvolvimento do pouco que entendo de música.
Minhas músicas instrumentais em geral procuram sugerir uma cena imaginária, muitas vezes em algum ambiente natural, ou então procuram desenhar o "clima" de uma situação ou de um sentimento.
Pretendo disponibilizar a maioria de minhas músicas, talvez todas, em regime de Creative Commons, permitindo uso livre e exigindo apenas a atribuição da música à minha autoria e que ela só seja passada adiante em condições semelhantes. Mas pode ocorrer que em algum caso eu coloque restrições. Por via das dúvidas, verifique.]]></description>
            <googleplay:description><![CDATA[Meu nome é João Ribeiro de A. Borba.
Sou Doutor em Filosofia, com experiência em artes dramáticas como dramaturgo e ator (além de cinéfilo), e componho músicas como amador por prazer desde a juventude, a princípio canções letradas, passando a me concentrar depois cada vez mais em composições instrumentais feitas em partitura com uso do aplivativo MuseScore.
Nesse meio de caminho passei também 15 anos cantando em corais cênicos (música erudita sacra e laica, música pupular brasileira e  enfim, na verdade de tudo quanto é tipo), e apesar da minha dedicação a essas coisas ter sido sempre muito mais apaixonada e inspirada do que propriamente estudiosa, isso sem dúvida ajudou no desenvolvimento do pouco que entendo de música.
Minhas músicas instrumentais em geral procuram sugerir uma cena imaginária, muitas vezes em algum ambiente natural, ou então procuram desenhar o "clima" de uma situação ou de um sentimento.
Pretendo disponibilizar a maioria de minhas músicas, talvez todas, em regime de Creative Commons, permitindo uso livre e exigindo apenas a atribuição da música à minha autoria e que ela só seja passada adiante em condições semelhantes. Mas pode ocorrer que em algum caso eu coloque restrições. Por via das dúvidas, verifique.]]></googleplay:description>
            <itunes:summary><![CDATA[]]></itunes:summary>
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                <pubDate>Wed, 14 Oct 2020 18:55:02 +0200</pubDate>
                
                <atom:updated>2020-10-14T18:55:02+02:00</atom:updated>
                
            
            
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        <item>
            <title><![CDATA[Carabusca louca]]></title>
            <link>https://hearthis.at/jotaborba/carabusca-louca/</link>
            <itunes:author><![CDATA[jotaborba]]></itunes:author>
            <description><![CDATA[Esta é uma canção que compus há muito tempo a partir de coisas escritas por minha primeira namorada quando me conheceu, depois quando estávamos namorando, e depois quando estávamos nos separando. Este arranjo fiz só agora, aos 54 anos de idade. O canto foi pensado para voz feminina acompanhando em uníssono a flauta.<br />
<br />
Eram pedaços de poemas inacabados que ela anotava de vez em quando em alguma folha de papel. Recolhi tudo e reescrevi de maneira a exprimir algo com um sentido completo.<br />
<br />
A letra ficou assim:<br />
<br />
Essa casa, louca louca,<br />
Que me faz girar...<br />
Esse cara, solto solto,<br />
Que me faz...<br />
<br />
Buscar<br />
Aond' est' ah,<br />
Você ficou fora de si,<br />
Tá dentro de mim,<br />
Tá dentro de si,<br />
Tá fora de mim<br />
Dentro de quem...<br />
<br />
Buscar<br />
A espiral sem fundo,<br />
Fim de mundo,<br />
Beco de vida,<br />
Adeus!<br />
<br />
Essa busca, louca louca,<br />
Que me faz...<br />
Não mais!]]></description>
            <googleplay:description><![CDATA[Esta é uma canção que compus há muito tempo a partir de coisas escritas por minha primeira namorada quando me conheceu, depois quando estávamos namorando, e depois quando estávamos nos separando. Este arranjo fiz só agora, aos 54 anos de idade. O canto foi pensado para voz feminina acompanhando em uníssono a flauta.<br />
<br />
Eram pedaços de poemas inacabados que ela anotava de vez em quando em alguma folha de papel. Recolhi tudo e reescrevi de maneira a exprimir algo com um sentido completo.<br />
<br />
A letra ficou assim:<br />
<br />
Essa casa, louca louca,<br />
Que me faz girar...<br />
Esse cara, solto solto,<br />
Que me faz...<br />
<br />
Buscar<br />
Aond' est' ah,<br />
Você ficou fora de si,<br />
Tá dentro de mim,<br />
Tá dentro de si,<br />
Tá fora de mim<br />
Dentro de quem...<br />
<br />
Buscar<br />
A espiral sem fundo,<br />
Fim de mundo,<br />
Beco de vida,<br />
Adeus!<br />
<br />
Essa busca, louca louca,<br />
Que me faz...<br />
Não mais!]]></googleplay:description>
            <itunes:summary><![CDATA[Esta é uma canção que compus há muito tempo a partir de coisas escritas por minha primeira namorada quando me conheceu, depois quando estávamos namorando, e depois quando estávamos nos separando. Este arranjo fiz só agora, aos 54 anos de idade. O canto foi pensado para voz feminina acompanhando em uníssono a flauta.

Eram pedaços de poemas inacabados que ela anotava de vez em quando em alguma folha de papel. Recolhi tudo e reescrevi de maneira a exprimir algo com um sentido completo.

A letra ficou assim:

Essa casa, louca louca,
Que me faz girar...
Esse cara, solto solto,
Que me faz...

Buscar
Aond' est' ah,
Você ficou fora de si,
Tá dentro de mim,
Tá dentro de si,
Tá fora de mim
Dentro de quem...

Buscar
A espiral sem fundo,
Fim de mundo,
Beco de vida,
Adeus!

Essa busca, louca louca,
Que me faz...
Não mais!]]></itunes:summary>
            <itunes:image href="https://img.hearthis.at/5/1/2/_/uploads/9489347/image_user/w1400_h1400_q70_ptrue_v2_----cropped_1586131316215.jpg" />
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                <pubDate>Mon, 28 Sep 2020 17:27:15 +0200</pubDate>
                
                <atom:updated>2020-09-28T17:27:15+02:00</atom:updated>
                
            
            
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        <item>
            <title><![CDATA[A bomba]]></title>
            <link>https://hearthis.at/jotaborba/a-bomba/</link>
            <itunes:author><![CDATA[jotaborba]]></itunes:author>
            <description><![CDATA[Esta é uma canção com letra, que compus em tempo de colégio e para a qual fiz o arranjo só agora, aos 54 anos de idade.<br />
<br />
a letra, bem simples, é a seguinte:<br />
<br />
Descendo a rua vazia<br />
Só eu sei...<br />
Que além da madrugad'<br />
O sangue embriagado<br />
De um outro alguém...<br />
Vadia em busca da explosão maior!<br />
<br />
Da bomba, coração... sonhador<br />
Da bomba, coração... beija-flor<br />
Da bomba, coração... só eu sei,<br />
Só eu,<br />
<br />
Porque meu destino<br />
É uma esquina, é uma porta<br />
É uma escada, é uma cama<br />
E você!]]></description>
            <googleplay:description><![CDATA[Esta é uma canção com letra, que compus em tempo de colégio e para a qual fiz o arranjo só agora, aos 54 anos de idade.<br />
<br />
a letra, bem simples, é a seguinte:<br />
<br />
Descendo a rua vazia<br />
Só eu sei...<br />
Que além da madrugad'<br />
O sangue embriagado<br />
De um outro alguém...<br />
Vadia em busca da explosão maior!<br />
<br />
Da bomba, coração... sonhador<br />
Da bomba, coração... beija-flor<br />
Da bomba, coração... só eu sei,<br />
Só eu,<br />
<br />
Porque meu destino<br />
É uma esquina, é uma porta<br />
É uma escada, é uma cama<br />
E você!]]></googleplay:description>
            <itunes:summary><![CDATA[Esta é uma canção com letra, que compus em tempo de colégio e para a qual fiz o arranjo só agora, aos 54 anos de idade.

a letra, bem simples, é a seguinte:

Descendo a rua vazia
Só eu sei...
Que além da madrugad'
O sangue embriagado
De um outro alguém...
Vadia em busca da explosão maior!

Da bomba, coração... sonhador
Da bomba, coração... beija-flor
Da bomba, coração... só eu sei,
Só eu,

Porque meu destino
É uma esquina, é uma porta
É uma escada, é uma cama
E você!]]></itunes:summary>
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                <pubDate>Wed, 23 Sep 2020 00:25:32 +0200</pubDate>
                
                <atom:updated>2020-09-23T00:25:32+02:00</atom:updated>
                
            
            
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Criança persegue semente que caiu na beira das corredeiras]]></title>
            <link>https://hearthis.at/jotaborba/crianca-persegue-semente-que-caiu-na-beira-das-corredeiras/</link>
            <itunes:author><![CDATA[jotaborba]]></itunes:author>
            <description><![CDATA[Meu nome é João Ribeiro de A. Borba.
Sou Doutor em Filosofia, com experiência em artes dramáticas como dramaturgo e ator (além de cinéfilo), e componho músicas como amador por prazer desde a juventude, a princípio canções letradas, passando a me concentrar depois cada vez mais em composições instrumentais feitas em partitura com uso do aplivativo MuseScore.
Nesse meio de caminho passei também 15 anos cantando em corais cênicos (música erudita sacra e laica, música pupular brasileira e  enfim, na verdade de tudo quanto é tipo), e apesar da minha dedicação a essas coisas ter sido sempre muito mais apaixonada e inspirada do que propriamente estudiosa, isso sem dúvida ajudou no desenvolvimento do pouco que entendo de música.
Minhas músicas instrumentais em geral procuram sugerir uma cena imaginária, muitas vezes em algum ambiente natural, ou então procuram desenhar o "clima" de uma situação ou de um sentimento.
Pretendo disponibilizar a maioria de minhas músicas, talvez todas, em regime de Creative Commons, permitindo uso livre e exigindo apenas a atribuição da música à minha autoria e que ela só seja passada adiante em condições semelhantes. Mas pode ocorrer que em algum caso eu coloque restrições. Por via das dúvidas, verifique.]]></description>
            <googleplay:description><![CDATA[Meu nome é João Ribeiro de A. Borba.
Sou Doutor em Filosofia, com experiência em artes dramáticas como dramaturgo e ator (além de cinéfilo), e componho músicas como amador por prazer desde a juventude, a princípio canções letradas, passando a me concentrar depois cada vez mais em composições instrumentais feitas em partitura com uso do aplivativo MuseScore.
Nesse meio de caminho passei também 15 anos cantando em corais cênicos (música erudita sacra e laica, música pupular brasileira e  enfim, na verdade de tudo quanto é tipo), e apesar da minha dedicação a essas coisas ter sido sempre muito mais apaixonada e inspirada do que propriamente estudiosa, isso sem dúvida ajudou no desenvolvimento do pouco que entendo de música.
Minhas músicas instrumentais em geral procuram sugerir uma cena imaginária, muitas vezes em algum ambiente natural, ou então procuram desenhar o "clima" de uma situação ou de um sentimento.
Pretendo disponibilizar a maioria de minhas músicas, talvez todas, em regime de Creative Commons, permitindo uso livre e exigindo apenas a atribuição da música à minha autoria e que ela só seja passada adiante em condições semelhantes. Mas pode ocorrer que em algum caso eu coloque restrições. Por via das dúvidas, verifique.]]></googleplay:description>
            <itunes:summary><![CDATA[]]></itunes:summary>
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                <pubDate>Tue, 08 Sep 2020 16:02:55 +0200</pubDate>
                
                <atom:updated>2020-09-08T16:02:55+02:00</atom:updated>
                
            
            
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Cantiga de amor à vida]]></title>
            <link>https://hearthis.at/jotaborba/cantiga-de-amor-a-vida/</link>
            <itunes:author><![CDATA[jotaborba]]></itunes:author>
            <description><![CDATA[Este é um arranjo recente que fiz para uma música composta por mim aos 15 anos de idade.<br />
A letra era a seguinte:<br />
<br />
Minha vida me ultrapassa e me arrasta,<br />
Puxa pelo coração a carcaça, <br />
Acha graça e ri, <br />
É capaz de me destruir, seu brinquedo,<br />
Seu segredo, moça-menina,<br />
Desafina cantando junto<br />
Meu lamento vão! E vem <br />
Dançar, bonita ao meu redor, <br />
Pretendendo<br />
Me desesperar, que bandida!<br />
Que balanço...! Navegar é amar!<br />
<br />
Largo num cant'o coração<br />
E ela passa...<br />
Um suspiro apaixonado, ela nota...<br />
Acha graça e ri,<br />
É capaz de me possuir, seu brinquedo!<br />
<br />
Seu segredo, medo menina,<br />
Pois um dia desafin'o encanto,<br />
Meu olhar dizendo: "Vida, eu lamento...<br />
...os amores vão!" — E vem<br />
Dançar, bonita ao meu redor, pretendendo<br />
Me desesperar, que bandida!<br />
<br />
Vida sereia,<br />
Minha isca é te amar...!]]></description>
            <googleplay:description><![CDATA[Este é um arranjo recente que fiz para uma música composta por mim aos 15 anos de idade.<br />
A letra era a seguinte:<br />
<br />
Minha vida me ultrapassa e me arrasta,<br />
Puxa pelo coração a carcaça, <br />
Acha graça e ri, <br />
É capaz de me destruir, seu brinquedo,<br />
Seu segredo, moça-menina,<br />
Desafina cantando junto<br />
Meu lamento vão! E vem <br />
Dançar, bonita ao meu redor, <br />
Pretendendo<br />
Me desesperar, que bandida!<br />
Que balanço...! Navegar é amar!<br />
<br />
Largo num cant'o coração<br />
E ela passa...<br />
Um suspiro apaixonado, ela nota...<br />
Acha graça e ri,<br />
É capaz de me possuir, seu brinquedo!<br />
<br />
Seu segredo, medo menina,<br />
Pois um dia desafin'o encanto,<br />
Meu olhar dizendo: "Vida, eu lamento...<br />
...os amores vão!" — E vem<br />
Dançar, bonita ao meu redor, pretendendo<br />
Me desesperar, que bandida!<br />
<br />
Vida sereia,<br />
Minha isca é te amar...!]]></googleplay:description>
            <itunes:summary><![CDATA[Este é um arranjo recente que fiz para uma música composta por mim aos 15 anos de idade.
A letra era a seguinte:

Minha vida me ultrapassa e me arrasta,
Puxa pelo coração a carcaça, 
Acha graça e ri, 
É capaz de me destruir, seu brinquedo,
Seu segredo, moça-menina,
Desafina cantando junto
Meu lamento vão! E vem 
Dançar, bonita ao meu redor, 
Pretendendo
Me desesperar, que bandida!
Que balanço...! Navegar é amar!

Largo num cant'o coração
E ela passa...
Um suspiro apaixonado, ela nota...
Acha graça e ri,
É capaz de me possuir, seu brinquedo!

Seu segredo, medo menina,
Pois um dia desafin'o encanto,
Meu olhar dizendo: "Vida, eu lamento...
...os amores vão!" — E vem
Dançar, bonita ao meu redor, pretendendo
Me desesperar, que bandida!

Vida sereia,
Minha isca é te amar...!]]></itunes:summary>
            <itunes:image href="https://img.hearthis.at/5/1/2/_/uploads/9489347/image_user/w1400_h1400_q70_ptrue_v2_----cropped_1586131316215.jpg" />
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            <category><![CDATA[Sounds]]></category>
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                <pubDate>Mon, 24 Aug 2020 23:49:50 +0200</pubDate>
                
                <atom:updated>2020-08-24T23:49:50+02:00</atom:updated>
                
            
            
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Garoa nas folhas à margem do rio]]></title>
            <link>https://hearthis.at/jotaborba/garoa-nas-folhas-a-margem-do-rio/</link>
            <itunes:author><![CDATA[jotaborba]]></itunes:author>
            <description><![CDATA[Meu nome é João Ribeiro de A. Borba.
Sou Doutor em Filosofia, com experiência em artes dramáticas como dramaturgo e ator (além de cinéfilo), e componho músicas como amador por prazer desde a juventude, a princípio canções letradas, passando a me concentrar depois cada vez mais em composições instrumentais feitas em partitura com uso do aplivativo MuseScore.
Nesse meio de caminho passei também 15 anos cantando em corais cênicos (música erudita sacra e laica, música pupular brasileira e  enfim, na verdade de tudo quanto é tipo), e apesar da minha dedicação a essas coisas ter sido sempre muito mais apaixonada e inspirada do que propriamente estudiosa, isso sem dúvida ajudou no desenvolvimento do pouco que entendo de música.
Minhas músicas instrumentais em geral procuram sugerir uma cena imaginária, muitas vezes em algum ambiente natural, ou então procuram desenhar o "clima" de uma situação ou de um sentimento.
Pretendo disponibilizar a maioria de minhas músicas, talvez todas, em regime de Creative Commons, permitindo uso livre e exigindo apenas a atribuição da música à minha autoria e que ela só seja passada adiante em condições semelhantes. Mas pode ocorrer que em algum caso eu coloque restrições. Por via das dúvidas, verifique.]]></description>
            <googleplay:description><![CDATA[Meu nome é João Ribeiro de A. Borba.
Sou Doutor em Filosofia, com experiência em artes dramáticas como dramaturgo e ator (além de cinéfilo), e componho músicas como amador por prazer desde a juventude, a princípio canções letradas, passando a me concentrar depois cada vez mais em composições instrumentais feitas em partitura com uso do aplivativo MuseScore.
Nesse meio de caminho passei também 15 anos cantando em corais cênicos (música erudita sacra e laica, música pupular brasileira e  enfim, na verdade de tudo quanto é tipo), e apesar da minha dedicação a essas coisas ter sido sempre muito mais apaixonada e inspirada do que propriamente estudiosa, isso sem dúvida ajudou no desenvolvimento do pouco que entendo de música.
Minhas músicas instrumentais em geral procuram sugerir uma cena imaginária, muitas vezes em algum ambiente natural, ou então procuram desenhar o "clima" de uma situação ou de um sentimento.
Pretendo disponibilizar a maioria de minhas músicas, talvez todas, em regime de Creative Commons, permitindo uso livre e exigindo apenas a atribuição da música à minha autoria e que ela só seja passada adiante em condições semelhantes. Mas pode ocorrer que em algum caso eu coloque restrições. Por via das dúvidas, verifique.]]></googleplay:description>
            <itunes:summary><![CDATA[]]></itunes:summary>
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                <pubDate>Sat, 22 Aug 2020 22:46:20 +0200</pubDate>
                
                <atom:updated>2020-08-22T22:46:20+02:00</atom:updated>
                
            
            
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[As asas de ventilador]]></title>
            <link>https://hearthis.at/jotaborba/as-asas-de-ventilador/</link>
            <itunes:author><![CDATA[jotaborba]]></itunes:author>
            <description><![CDATA[LETRA DE "AS ASAS DE VENTILADOR", por João Ribeiro de A. Borba<br />
 (também sob licença Creative Commons exigindo atribuição e partilha similar)<br />
<br />
Presente de grego se sente<br />
Na deusa Platéia<br />
Do mais impossível amor,<br />
<br />
Pois quando ela refresc'a gente<br />
Batendo<br />
As asas de ventilador…<br />
<br />
Apenas observ’ impassível<br />
Enquanto a gent’é qu’enfrent'<br />
O estrangeiro terror!<br />
<br />
Novatos na art'em debat’<br />
Em Atenas<br />
No século quinto antes de…<br />
<br />
Buscamos o nome Platéia<br />
Na história da guerra<br />
Que a democracia venceu,<br />
<br />
E encontramos Pã<br />
Com seu pânico<br />
A nos ajudar revirado pra lá!]]></description>
            <googleplay:description><![CDATA[LETRA DE "AS ASAS DE VENTILADOR", por João Ribeiro de A. Borba<br />
 (também sob licença Creative Commons exigindo atribuição e partilha similar)<br />
<br />
Presente de grego se sente<br />
Na deusa Platéia<br />
Do mais impossível amor,<br />
<br />
Pois quando ela refresc'a gente<br />
Batendo<br />
As asas de ventilador…<br />
<br />
Apenas observ’ impassível<br />
Enquanto a gent’é qu’enfrent'<br />
O estrangeiro terror!<br />
<br />
Novatos na art'em debat’<br />
Em Atenas<br />
No século quinto antes de…<br />
<br />
Buscamos o nome Platéia<br />
Na história da guerra<br />
Que a democracia venceu,<br />
<br />
E encontramos Pã<br />
Com seu pânico<br />
A nos ajudar revirado pra lá!]]></googleplay:description>
            <itunes:summary><![CDATA[LETRA DE "AS ASAS DE VENTILADOR", por João Ribeiro de A. Borba
 (também sob licença Creative Commons exigindo atribuição e partilha similar)

Presente de grego se sente
Na deusa Platéia
Do mais impossível amor,

Pois quando ela refresc'a gente
Batendo
As asas de ventilador…

Apenas observ’ impassível
Enquanto a gent’é qu’enfrent'
O estrangeiro terror!

Novatos na art'em debat’
Em Atenas
No século quinto antes de…

Buscamos o nome Platéia
Na história da guerra
Que a democracia venceu,

E encontramos Pã
Com seu pânico
A nos ajudar revirado pra lá!]]></itunes:summary>
            <itunes:image href="https://img.hearthis.at/5/1/2/_/uploads/9489347/image_user/w1400_h1400_q70_ptrue_v2_----cropped_1586131316215.jpg" />
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                <pubDate>Sun, 16 Aug 2020 02:32:09 +0200</pubDate>
                
                <atom:updated>2020-08-16T02:32:09+02:00</atom:updated>
                
            
            
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        <item>
            <title><![CDATA[Primeiro personagem (a loucura ordenante)]]></title>
            <link>https://hearthis.at/jotaborba/primeiro-personagem-a-loucura-ordenante/</link>
            <itunes:author><![CDATA[jotaborba]]></itunes:author>
            <description><![CDATA[Esta minha composição de junho de 2019 foi criada para servir de tema musical para as aventuras de um dos personagens das narrativas de mistério e humor de minha série de vídeos "Sinapses do Projeto Quem", em que essas narrativas estarão sempre entrelaçando-se com estudos de filosofia e mitologia. <br />
<br />
O personagem é um cientista louco, inventor da "Máquina do tempo fantasmagórico", pela qual se pode viajar por uma versão espectral de situações vividas pelos filósofos de diferentes épocas, para examinar suas filosofias em contexto. Esse cientista louco é uma espécie de supernarrador por detrás das aventuras de todos os demais personagens, mas é capaz de entrar nas histórias e participar delas com os mesmos sem que eles saibam disso. <br />
<br />
Sua influência sobre os demais personagens, portanto, é um tanto assustadora, e sendo ele definitivamente louco, podemos refletir se isso é um alívio ou um tormento. A música, direta em sua simplicidade, procura construir um certo clima em torno dessa influência poderosa e louca sobre os demais personagens... influência que no entanto não é constante, mas ocasional, pontual.]]></description>
            <googleplay:description><![CDATA[Esta minha composição de junho de 2019 foi criada para servir de tema musical para as aventuras de um dos personagens das narrativas de mistério e humor de minha série de vídeos "Sinapses do Projeto Quem", em que essas narrativas estarão sempre entrelaçando-se com estudos de filosofia e mitologia. <br />
<br />
O personagem é um cientista louco, inventor da "Máquina do tempo fantasmagórico", pela qual se pode viajar por uma versão espectral de situações vividas pelos filósofos de diferentes épocas, para examinar suas filosofias em contexto. Esse cientista louco é uma espécie de supernarrador por detrás das aventuras de todos os demais personagens, mas é capaz de entrar nas histórias e participar delas com os mesmos sem que eles saibam disso. <br />
<br />
Sua influência sobre os demais personagens, portanto, é um tanto assustadora, e sendo ele definitivamente louco, podemos refletir se isso é um alívio ou um tormento. A música, direta em sua simplicidade, procura construir um certo clima em torno dessa influência poderosa e louca sobre os demais personagens... influência que no entanto não é constante, mas ocasional, pontual.]]></googleplay:description>
            <itunes:summary><![CDATA[Esta minha composição de junho de 2019 foi criada para servir de tema musical para as aventuras de um dos personagens das narrativas de mistério e humor de minha série de vídeos "Sinapses do Projeto Quem", em que essas narrativas estarão sempre entrelaçando-se com estudos de filosofia e mitologia. 

O personagem é um cientista louco, inventor da "Máquina do tempo fantasmagórico", pela qual se pode viajar por uma versão espectral de situações vividas pelos filósofos de diferentes épocas, para examinar suas filosofias em contexto. Esse cientista louco é uma espécie de supernarrador por detrás das aventuras de todos os demais personagens, mas é capaz de entrar nas histórias e participar delas com os mesmos sem que eles saibam disso. 

Sua influência sobre os demais personagens, portanto, é um tanto assustadora, e sendo ele definitivamente louco, podemos refletir se isso é um alívio ou um tormento. A música, direta em sua simplicidade, procura construir um certo clima em torno dessa influência poderosa e louca sobre os demais personagens... influência que no entanto não é constante, mas ocasional, pontual.]]></itunes:summary>
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                <pubDate>Sat, 15 Aug 2020 01:53:30 +0200</pubDate>
                
                <atom:updated>2020-08-15T01:53:30+02:00</atom:updated>
                
            
            
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        <item>
            <title><![CDATA[Escafóide quebrado (A mão imobilizada)]]></title>
            <link>https://hearthis.at/jotaborba/escafoide-quebrado-a-mao-imobilizada/</link>
            <itunes:author><![CDATA[jotaborba]]></itunes:author>
            <description><![CDATA[Uma vez quebrei um osso da mão (o escafóide) tentando ensinar (com mais de 5 décadas de idade) um adolescente a fazer uma manobra de skate. Foi a primeira vez na vida que tive de usar algo parecido com o gesso para imobilizar um osso na posição certa *na verdade uma tala com um pouco de gesso e uma faixa). A experiência apesar de engraçada estranhamente me marcou fundo. <br />
<br />
Vinha estudando na época o mito mesopotâmico da vivaz, criativa e ousada deusa Inana e de sua "sombra", Ereskhigal, a deusa da morte e dos ciclos fatais e inelutáveis de transformação da natureza. E vinha então constantemente na minha imaginação a imagem do envelhecimento e da morte aproximando-se rapidamente na figura dessa deusa sombria (Ereskhigal), como se ela tivesse dado de repente um salto e mordido meu braço, e ficado ali, sem largar... <br />
<br />
Ficava então brincando de me imaginar implorando à deusa Inana que me ajudasse no sentido de que Ereskhigal (sua sombra) largasse meu braço rsrsrs. Mas até essa imagem não deixa de ter algo de cômico e estrambótico. <br />
<br />
Então, como a imaginação mítica me deixou marcada essa passagem na memória, dando-lhe uma significação e importância talvez excessivas, pensei em fazer agora, finalmente (muitos anos depois), uma música inspirada no que me ocorreu naquela época (no lado cômico e estrambótico da coisa, pelo menos).<br />
A música é esta.]]></description>
            <googleplay:description><![CDATA[Uma vez quebrei um osso da mão (o escafóide) tentando ensinar (com mais de 5 décadas de idade) um adolescente a fazer uma manobra de skate. Foi a primeira vez na vida que tive de usar algo parecido com o gesso para imobilizar um osso na posição certa *na verdade uma tala com um pouco de gesso e uma faixa). A experiência apesar de engraçada estranhamente me marcou fundo. <br />
<br />
Vinha estudando na época o mito mesopotâmico da vivaz, criativa e ousada deusa Inana e de sua "sombra", Ereskhigal, a deusa da morte e dos ciclos fatais e inelutáveis de transformação da natureza. E vinha então constantemente na minha imaginação a imagem do envelhecimento e da morte aproximando-se rapidamente na figura dessa deusa sombria (Ereskhigal), como se ela tivesse dado de repente um salto e mordido meu braço, e ficado ali, sem largar... <br />
<br />
Ficava então brincando de me imaginar implorando à deusa Inana que me ajudasse no sentido de que Ereskhigal (sua sombra) largasse meu braço rsrsrs. Mas até essa imagem não deixa de ter algo de cômico e estrambótico. <br />
<br />
Então, como a imaginação mítica me deixou marcada essa passagem na memória, dando-lhe uma significação e importância talvez excessivas, pensei em fazer agora, finalmente (muitos anos depois), uma música inspirada no que me ocorreu naquela época (no lado cômico e estrambótico da coisa, pelo menos).<br />
A música é esta.]]></googleplay:description>
            <itunes:summary><![CDATA[Uma vez quebrei um osso da mão (o escafóide) tentando ensinar (com mais de 5 décadas de idade) um adolescente a fazer uma manobra de skate. Foi a primeira vez na vida que tive de usar algo parecido com o gesso para imobilizar um osso na posição certa *na verdade uma tala com um pouco de gesso e uma faixa). A experiência apesar de engraçada estranhamente me marcou fundo. 

Vinha estudando na época o mito mesopotâmico da vivaz, criativa e ousada deusa Inana e de sua "sombra", Ereskhigal, a deusa da morte e dos ciclos fatais e inelutáveis de transformação da natureza. E vinha então constantemente na minha imaginação a imagem do envelhecimento e da morte aproximando-se rapidamente na figura dessa deusa sombria (Ereskhigal), como se ela tivesse dado de repente um salto e mordido meu braço, e ficado ali, sem largar... 

Ficava então brincando de me imaginar implorando à deusa Inana que me ajudasse no sentido de que Ereskhigal (sua sombra) largasse meu braço rsrsrs. Mas até essa imagem não deixa de ter algo de cômico e estrambótico. 

Então, como a imaginação mítica me deixou marcada essa passagem na memória, dando-lhe uma significação e importância talvez excessivas, pensei em fazer agora, finalmente (muitos anos depois), uma música inspirada no que me ocorreu naquela época (no lado cômico e estrambótico da coisa, pelo menos).
A música é esta.]]></itunes:summary>
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                <pubDate>Fri, 14 Aug 2020 03:29:57 +0200</pubDate>
                
                <atom:updated>2020-08-14T03:29:57+02:00</atom:updated>
                
            
            
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            <title><![CDATA[Correria de bastidores (quase hora do show)]]></title>
            <link>https://hearthis.at/jotaborba/correria-de-bastidores-quase-hora-do-show/</link>
            <itunes:author><![CDATA[jotaborba]]></itunes:author>
            <description><![CDATA[Meu nome é João Ribeiro de A. Borba.
Sou Doutor em Filosofia, com experiência em artes dramáticas como dramaturgo e ator (além de cinéfilo), e componho músicas como amador por prazer desde a juventude, a princípio canções letradas, passando a me concentrar depois cada vez mais em composições instrumentais feitas em partitura com uso do aplivativo MuseScore.
Nesse meio de caminho passei também 15 anos cantando em corais cênicos (música erudita sacra e laica, música pupular brasileira e  enfim, na verdade de tudo quanto é tipo), e apesar da minha dedicação a essas coisas ter sido sempre muito mais apaixonada e inspirada do que propriamente estudiosa, isso sem dúvida ajudou no desenvolvimento do pouco que entendo de música.
Minhas músicas instrumentais em geral procuram sugerir uma cena imaginária, muitas vezes em algum ambiente natural, ou então procuram desenhar o "clima" de uma situação ou de um sentimento.
Pretendo disponibilizar a maioria de minhas músicas, talvez todas, em regime de Creative Commons, permitindo uso livre e exigindo apenas a atribuição da música à minha autoria e que ela só seja passada adiante em condições semelhantes. Mas pode ocorrer que em algum caso eu coloque restrições. Por via das dúvidas, verifique.]]></description>
            <googleplay:description><![CDATA[Meu nome é João Ribeiro de A. Borba.
Sou Doutor em Filosofia, com experiência em artes dramáticas como dramaturgo e ator (além de cinéfilo), e componho músicas como amador por prazer desde a juventude, a princípio canções letradas, passando a me concentrar depois cada vez mais em composições instrumentais feitas em partitura com uso do aplivativo MuseScore.
Nesse meio de caminho passei também 15 anos cantando em corais cênicos (música erudita sacra e laica, música pupular brasileira e  enfim, na verdade de tudo quanto é tipo), e apesar da minha dedicação a essas coisas ter sido sempre muito mais apaixonada e inspirada do que propriamente estudiosa, isso sem dúvida ajudou no desenvolvimento do pouco que entendo de música.
Minhas músicas instrumentais em geral procuram sugerir uma cena imaginária, muitas vezes em algum ambiente natural, ou então procuram desenhar o "clima" de uma situação ou de um sentimento.
Pretendo disponibilizar a maioria de minhas músicas, talvez todas, em regime de Creative Commons, permitindo uso livre e exigindo apenas a atribuição da música à minha autoria e que ela só seja passada adiante em condições semelhantes. Mas pode ocorrer que em algum caso eu coloque restrições. Por via das dúvidas, verifique.]]></googleplay:description>
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                <pubDate>Mon, 10 Aug 2020 03:26:28 +0200</pubDate>
                
                <atom:updated>2020-08-10T03:26:28+02:00</atom:updated>
                
            
            
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            <title><![CDATA[Penetrando no bosque dos pirilampos]]></title>
            <link>https://hearthis.at/jotaborba/penetrando-no-bosque-dos-pirilampos/</link>
            <itunes:author><![CDATA[jotaborba]]></itunes:author>
            <description><![CDATA[Meu nome é João Ribeiro de A. Borba.
Sou Doutor em Filosofia, com experiência em artes dramáticas como dramaturgo e ator (além de cinéfilo), e componho músicas como amador por prazer desde a juventude, a princípio canções letradas, passando a me concentrar depois cada vez mais em composições instrumentais feitas em partitura com uso do aplivativo MuseScore.
Nesse meio de caminho passei também 15 anos cantando em corais cênicos (música erudita sacra e laica, música pupular brasileira e  enfim, na verdade de tudo quanto é tipo), e apesar da minha dedicação a essas coisas ter sido sempre muito mais apaixonada e inspirada do que propriamente estudiosa, isso sem dúvida ajudou no desenvolvimento do pouco que entendo de música.
Minhas músicas instrumentais em geral procuram sugerir uma cena imaginária, muitas vezes em algum ambiente natural, ou então procuram desenhar o "clima" de uma situação ou de um sentimento.
Pretendo disponibilizar a maioria de minhas músicas, talvez todas, em regime de Creative Commons, permitindo uso livre e exigindo apenas a atribuição da música à minha autoria e que ela só seja passada adiante em condições semelhantes. Mas pode ocorrer que em algum caso eu coloque restrições. Por via das dúvidas, verifique.]]></description>
            <googleplay:description><![CDATA[Meu nome é João Ribeiro de A. Borba.
Sou Doutor em Filosofia, com experiência em artes dramáticas como dramaturgo e ator (além de cinéfilo), e componho músicas como amador por prazer desde a juventude, a princípio canções letradas, passando a me concentrar depois cada vez mais em composições instrumentais feitas em partitura com uso do aplivativo MuseScore.
Nesse meio de caminho passei também 15 anos cantando em corais cênicos (música erudita sacra e laica, música pupular brasileira e  enfim, na verdade de tudo quanto é tipo), e apesar da minha dedicação a essas coisas ter sido sempre muito mais apaixonada e inspirada do que propriamente estudiosa, isso sem dúvida ajudou no desenvolvimento do pouco que entendo de música.
Minhas músicas instrumentais em geral procuram sugerir uma cena imaginária, muitas vezes em algum ambiente natural, ou então procuram desenhar o "clima" de uma situação ou de um sentimento.
Pretendo disponibilizar a maioria de minhas músicas, talvez todas, em regime de Creative Commons, permitindo uso livre e exigindo apenas a atribuição da música à minha autoria e que ela só seja passada adiante em condições semelhantes. Mas pode ocorrer que em algum caso eu coloque restrições. Por via das dúvidas, verifique.]]></googleplay:description>
            <itunes:summary><![CDATA[]]></itunes:summary>
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                <pubDate>Sun, 09 Aug 2020 23:50:41 +0200</pubDate>
                
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            <title><![CDATA[Compota de frases picantes]]></title>
            <link>https://hearthis.at/jotaborba/compota-de-frases-picantes/</link>
            <itunes:author><![CDATA[jotaborba]]></itunes:author>
            <description><![CDATA[Fiz esta música em homenagem a professores e educadores como eu, na figura de um amigo que pode representar aqui a todos nós. É um colega professor que "virou compota". Compota, massa, risoto, molhos, doces e tudo quanto é coisa gostosa. Em suma: a situação no Brasil nunca foi boa para educadores, e meu amigo se "reinventou" como cozinheiro. Como fonte de renda, trocou uma paixão por outra.<br />
<br />
O título desta minha "compota" musical tem mais de um jogo de palavras, porque imagino os ingredientes dessa compota sendo picados para fazê-la... e sendo também reflexivamente, com dialética ironia, ingredientes "picantes". <br />
<br />
Espero que curtam então esta minha modesta composição maluquinha, com tons e formas de Picasso!]]></description>
            <googleplay:description><![CDATA[Fiz esta música em homenagem a professores e educadores como eu, na figura de um amigo que pode representar aqui a todos nós. É um colega professor que "virou compota". Compota, massa, risoto, molhos, doces e tudo quanto é coisa gostosa. Em suma: a situação no Brasil nunca foi boa para educadores, e meu amigo se "reinventou" como cozinheiro. Como fonte de renda, trocou uma paixão por outra.<br />
<br />
O título desta minha "compota" musical tem mais de um jogo de palavras, porque imagino os ingredientes dessa compota sendo picados para fazê-la... e sendo também reflexivamente, com dialética ironia, ingredientes "picantes". <br />
<br />
Espero que curtam então esta minha modesta composição maluquinha, com tons e formas de Picasso!]]></googleplay:description>
            <itunes:summary><![CDATA[Fiz esta música em homenagem a professores e educadores como eu, na figura de um amigo que pode representar aqui a todos nós. É um colega professor que "virou compota". Compota, massa, risoto, molhos, doces e tudo quanto é coisa gostosa. Em suma: a situação no Brasil nunca foi boa para educadores, e meu amigo se "reinventou" como cozinheiro. Como fonte de renda, trocou uma paixão por outra.

O título desta minha "compota" musical tem mais de um jogo de palavras, porque imagino os ingredientes dessa compota sendo picados para fazê-la... e sendo também reflexivamente, com dialética ironia, ingredientes "picantes". 

Espero que curtam então esta minha modesta composição maluquinha, com tons e formas de Picasso!]]></itunes:summary>
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                <pubDate>Mon, 27 Jul 2020 08:40:21 +0200</pubDate>
                
                <atom:updated>2020-07-27T08:40:21+02:00</atom:updated>
                
            
            
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            <title><![CDATA[Desmanche de um sorriso em luta contra bela angústia]]></title>
            <link>https://hearthis.at/jotaborba/desmanche-de-um-sorriso-em-luta-contra-bela-angustia/</link>
            <itunes:author><![CDATA[jotaborba]]></itunes:author>
            <description><![CDATA[Procurei fazer uma composição de contrastes, com movimentos diferentes, mas um deles (a angústia) revelando-se como algo maior, mais delicado e mais profundo que está por detrás do outro movimento (que é o do sorriso)... e esse fundo de angústia se apossando do sorriso, que só se recupera no final e sob outra forma, num rodopio curto e tenso.]]></description>
            <googleplay:description><![CDATA[Procurei fazer uma composição de contrastes, com movimentos diferentes, mas um deles (a angústia) revelando-se como algo maior, mais delicado e mais profundo que está por detrás do outro movimento (que é o do sorriso)... e esse fundo de angústia se apossando do sorriso, que só se recupera no final e sob outra forma, num rodopio curto e tenso.]]></googleplay:description>
            <itunes:summary><![CDATA[Procurei fazer uma composição de contrastes, com movimentos diferentes, mas um deles (a angústia) revelando-se como algo maior, mais delicado e mais profundo que está por detrás do outro movimento (que é o do sorriso)... e esse fundo de angústia se apossando do sorriso, que só se recupera no final e sob outra forma, num rodopio curto e tenso.]]></itunes:summary>
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                <pubDate>Wed, 22 Jul 2020 13:24:48 +0200</pubDate>
                
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            <title><![CDATA[Histérica]]></title>
            <link>https://hearthis.at/jotaborba/histerica/</link>
            <itunes:author><![CDATA[jotaborba]]></itunes:author>
            <description><![CDATA[Percebi que estava fazendo muitas músicas suaves e lentas, e decidi fazer um pouco diferente. Depois me dei conta de que exagerei rsrsrs, porque acabei compondo uma música... histérica!]]></description>
            <googleplay:description><![CDATA[Percebi que estava fazendo muitas músicas suaves e lentas, e decidi fazer um pouco diferente. Depois me dei conta de que exagerei rsrsrs, porque acabei compondo uma música... histérica!]]></googleplay:description>
            <itunes:summary><![CDATA[Percebi que estava fazendo muitas músicas suaves e lentas, e decidi fazer um pouco diferente. Depois me dei conta de que exagerei rsrsrs, porque acabei compondo uma música... histérica!]]></itunes:summary>
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                <pubDate>Thu, 02 Jul 2020 14:54:06 +0200</pubDate>
                
                <atom:updated>2020-07-02T14:54:06+02:00</atom:updated>
                
            
            
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            <title><![CDATA[Amanhecer do formigueiro]]></title>
            <link>https://hearthis.at/jotaborba/amanhecer-no-formigueiro/</link>
            <itunes:author><![CDATA[jotaborba]]></itunes:author>
            <description><![CDATA[Não tenho muito o que dizer dessa composição. Foi algo simples, realizado em menos de uma hora. Mas o resultado me agrada. A primeira coisa que me veio à mente quando estava terminando a música, por razões que não tentei compreender, foi a palavra "formigueiro". Então, constatando que é uma dessas várias músicas que faço nun crescedo em que mais e mais intrumentos vão se acrescentando, e que esses instrumentos vão tornando esta música mais vivaz e agitada, como que fervilhante de movimentos, me ocorreu a imagem de um formigueiro amanhecendo, com as formigas, cada vez mais delas, aparecendo e começando seu trabalho diário repetitivo e agitado..]]></description>
            <googleplay:description><![CDATA[Não tenho muito o que dizer dessa composição. Foi algo simples, realizado em menos de uma hora. Mas o resultado me agrada. A primeira coisa que me veio à mente quando estava terminando a música, por razões que não tentei compreender, foi a palavra "formigueiro". Então, constatando que é uma dessas várias músicas que faço nun crescedo em que mais e mais intrumentos vão se acrescentando, e que esses instrumentos vão tornando esta música mais vivaz e agitada, como que fervilhante de movimentos, me ocorreu a imagem de um formigueiro amanhecendo, com as formigas, cada vez mais delas, aparecendo e começando seu trabalho diário repetitivo e agitado..]]></googleplay:description>
            <itunes:summary><![CDATA[Não tenho muito o que dizer dessa composição. Foi algo simples, realizado em menos de uma hora. Mas o resultado me agrada. A primeira coisa que me veio à mente quando estava terminando a música, por razões que não tentei compreender, foi a palavra "formigueiro". Então, constatando que é uma dessas várias músicas que faço nun crescedo em que mais e mais intrumentos vão se acrescentando, e que esses instrumentos vão tornando esta música mais vivaz e agitada, como que fervilhante de movimentos, me ocorreu a imagem de um formigueiro amanhecendo, com as formigas, cada vez mais delas, aparecendo e começando seu trabalho diário repetitivo e agitado..]]></itunes:summary>
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                <pubDate>Thu, 02 Jul 2020 03:46:25 +0200</pubDate>
                
                <atom:updated>2020-07-02T19:12:03+02:00</atom:updated>
                
            
            
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            <title><![CDATA[Transparências, Nervuras e Profundidades]]></title>
            <link>https://hearthis.at/jotaborba/transparencias-nervuras-e-profundidades/</link>
            <itunes:author><![CDATA[jotaborba]]></itunes:author>
            <description><![CDATA[Esta é uma música que compus quase inteira numa madrugada em que não conseguia dormir, em um momento de tensão, tentando me relaxar. <br />
<br />
A situação era a seguinte: demissão generalizada de dezenas de colegas professores em meu trabalho, combinada a uma ausência total de orientações e diretrizes e absolutamente nenhum esclarecimento, comunicado ou justificativa para o que estava acontecendo, nada. As notas lançadas pelos professores haviam sido todas substituídas automaticamente por 9. Ninguém entendia o que estava acontecendo, e se espalhava um estado de choque, com a situação em que íamos sendo lançados às dezenas em meio à plena pandemia e com crise econômica à frente. <br />
<br />
Minha melhor válvula de escape para coisas assim é sem dúvida a música. Então, foi o que focalizei. E logo ficou claro que esta música aqui só faria sentido se eu trabalhasse muito cuidadosamente a dinâmica, a variação dos volumes dos instrumentos — por isso imagino que seja provavelmente muito difícil de ser executada mantendo a mesma limpidez, com cada instrumento emergindo à tona em suas frases para depois submergir e deixar outro aflorar com frases diferentes em resposta, e assim por diante, numa sucessão de diferentes instrumentos. <br />
<br />
Acho que no fundo girava pelo meu pensamento o conjunto dissonante das vozes indignadas e lamentos dos professores apoiando-se uns aos outros, tal como as imaginava a partir dos diálogos de triste e auto-irônico bom-humor com que iam se desfazendo/despedindo por escrito, em rede social, da instituição que se havia desfeito deles. <br />
Finalmente, no último dia letivo do semestre (hoje, dia 30), foi a minha vez de dar aula pela manhã e logo mais à tarde receber um telegrama de mesma data com minha demissão. Um pouco mais calmo e conformado, senti que era uma bom estado de espírito para terminar esta composição, selando meus sentimentos em relação à diafonia de vozes em despedida no meu imaginário. E aqui está ela.<br />
Não sabia que título dar à música. Mas percebi que ela trabalha com densidades — como que com a densidade dessa massa imaginária de vozes amigas em adeus. A primeira coisa que me veio à mente foi nomeá-la pelas camadas de transparência, em que se ouve uns instrumentos em burburinho lá no fundo por debaixo de outros. "Transparências". <br />
<br />
Depois me ocorreu que nem sempre as pessoas associam essas transparências a camadas sobrepostas, muitas vezes visualizam isto de forma mais plana e chapada, o que não passaria o sentido de densidade dessa massa sonora. Então decidi acrescentar "Profundidades". <br />
<br />
Mas havia algo mais, umas ondas com agitada leveza percorrendo essa massa commo ranhuras vivas, aqui e ali, e à vezes um pouco mais longamente. Pensei em neurônios e nervos, e finalmente, em "Nervuras". E eis a origem do título.<br />
A música ficou totalmente pronta pouco antes da meia noite deste dia 30. E a exponho agora, pouco depois da meia noite, já entrando em julho de 2020. Espero que seja capaz de transmitir especiamente esse clima sonoro, esse jogo de densidades que quis captar para quem ouve minhas composições, fazendo disto algo bonito. Não deixa de haver alguma beleza, mesmo que uma beleza triste, em todo tipo de sentimentos que humanamente se pode captar e exprimir. E senti algo de sutil e imperceptivelmente grandioso e bonito naquela união dissonante de colegas e amigos. Quis transmitir um pouco disso também.<br />
Espero que curtam.]]></description>
            <googleplay:description><![CDATA[Esta é uma música que compus quase inteira numa madrugada em que não conseguia dormir, em um momento de tensão, tentando me relaxar. <br />
<br />
A situação era a seguinte: demissão generalizada de dezenas de colegas professores em meu trabalho, combinada a uma ausência total de orientações e diretrizes e absolutamente nenhum esclarecimento, comunicado ou justificativa para o que estava acontecendo, nada. As notas lançadas pelos professores haviam sido todas substituídas automaticamente por 9. Ninguém entendia o que estava acontecendo, e se espalhava um estado de choque, com a situação em que íamos sendo lançados às dezenas em meio à plena pandemia e com crise econômica à frente. <br />
<br />
Minha melhor válvula de escape para coisas assim é sem dúvida a música. Então, foi o que focalizei. E logo ficou claro que esta música aqui só faria sentido se eu trabalhasse muito cuidadosamente a dinâmica, a variação dos volumes dos instrumentos — por isso imagino que seja provavelmente muito difícil de ser executada mantendo a mesma limpidez, com cada instrumento emergindo à tona em suas frases para depois submergir e deixar outro aflorar com frases diferentes em resposta, e assim por diante, numa sucessão de diferentes instrumentos. <br />
<br />
Acho que no fundo girava pelo meu pensamento o conjunto dissonante das vozes indignadas e lamentos dos professores apoiando-se uns aos outros, tal como as imaginava a partir dos diálogos de triste e auto-irônico bom-humor com que iam se desfazendo/despedindo por escrito, em rede social, da instituição que se havia desfeito deles. <br />
Finalmente, no último dia letivo do semestre (hoje, dia 30), foi a minha vez de dar aula pela manhã e logo mais à tarde receber um telegrama de mesma data com minha demissão. Um pouco mais calmo e conformado, senti que era uma bom estado de espírito para terminar esta composição, selando meus sentimentos em relação à diafonia de vozes em despedida no meu imaginário. E aqui está ela.<br />
Não sabia que título dar à música. Mas percebi que ela trabalha com densidades — como que com a densidade dessa massa imaginária de vozes amigas em adeus. A primeira coisa que me veio à mente foi nomeá-la pelas camadas de transparência, em que se ouve uns instrumentos em burburinho lá no fundo por debaixo de outros. "Transparências". <br />
<br />
Depois me ocorreu que nem sempre as pessoas associam essas transparências a camadas sobrepostas, muitas vezes visualizam isto de forma mais plana e chapada, o que não passaria o sentido de densidade dessa massa sonora. Então decidi acrescentar "Profundidades". <br />
<br />
Mas havia algo mais, umas ondas com agitada leveza percorrendo essa massa commo ranhuras vivas, aqui e ali, e à vezes um pouco mais longamente. Pensei em neurônios e nervos, e finalmente, em "Nervuras". E eis a origem do título.<br />
A música ficou totalmente pronta pouco antes da meia noite deste dia 30. E a exponho agora, pouco depois da meia noite, já entrando em julho de 2020. Espero que seja capaz de transmitir especiamente esse clima sonoro, esse jogo de densidades que quis captar para quem ouve minhas composições, fazendo disto algo bonito. Não deixa de haver alguma beleza, mesmo que uma beleza triste, em todo tipo de sentimentos que humanamente se pode captar e exprimir. E senti algo de sutil e imperceptivelmente grandioso e bonito naquela união dissonante de colegas e amigos. Quis transmitir um pouco disso também.<br />
Espero que curtam.]]></googleplay:description>
            <itunes:summary><![CDATA[Esta é uma música que compus quase inteira numa madrugada em que não conseguia dormir, em um momento de tensão, tentando me relaxar. 

A situação era a seguinte: demissão generalizada de dezenas de colegas professores em meu trabalho, combinada a uma ausência total de orientações e diretrizes e absolutamente nenhum esclarecimento, comunicado ou justificativa para o que estava acontecendo, nada. As notas lançadas pelos professores haviam sido todas substituídas automaticamente por 9. Ninguém entendia o que estava acontecendo, e se espalhava um estado de choque, com a situação em que íamos sendo lançados às dezenas em meio à plena pandemia e com crise econômica à frente. 

Minha melhor válvula de escape para coisas assim é sem dúvida a música. Então, foi o que focalizei. E logo ficou claro que esta música aqui só faria sentido se eu trabalhasse muito cuidadosamente a dinâmica, a variação dos volumes dos instrumentos — por isso imagino que seja provavelmente muito difícil de ser executada mantendo a mesma limpidez, com cada instrumento emergindo à tona em suas frases para depois submergir e deixar outro aflorar com frases diferentes em resposta, e assim por diante, numa sucessão de diferentes instrumentos. 

Acho que no fundo girava pelo meu pensamento o conjunto dissonante das vozes indignadas e lamentos dos professores apoiando-se uns aos outros, tal como as imaginava a partir dos diálogos de triste e auto-irônico bom-humor com que iam se desfazendo/despedindo por escrito, em rede social, da instituição que se havia desfeito deles. 
Finalmente, no último dia letivo do semestre (hoje, dia 30), foi a minha vez de dar aula pela manhã e logo mais à tarde receber um telegrama de mesma data com minha demissão. Um pouco mais calmo e conformado, senti que era uma bom estado de espírito para terminar esta composição, selando meus sentimentos em relação à diafonia de vozes em despedida no meu imaginário. E aqui está ela.
Não sabia que título dar à música. Mas percebi que ela trabalha com densidades — como que com a densidade dessa massa imaginária de vozes amigas em adeus. A primeira coisa que me veio à mente foi nomeá-la pelas camadas de transparência, em que se ouve uns instrumentos em burburinho lá no fundo por debaixo de outros. "Transparências". 

Depois me ocorreu que nem sempre as pessoas associam essas transparências a camadas sobrepostas, muitas vezes visualizam isto de forma mais plana e chapada, o que não passaria o sentido de densidade dessa massa sonora. Então decidi acrescentar "Profundidades". 

Mas havia algo mais, umas ondas com agitada leveza percorrendo essa massa commo ranhuras vivas, aqui e ali, e à vezes um pouco mais longamente. Pensei em neurônios e nervos, e finalmente, em "Nervuras". E eis a origem do título.
A música ficou totalmente pronta pouco antes da meia noite deste dia 30. E a exponho agora, pouco depois da meia noite, já entrando em julho de 2020. Espero que seja capaz de transmitir especiamente esse clima sonoro, esse jogo de densidades que quis captar para quem ouve minhas composições, fazendo disto algo bonito. Não deixa de haver alguma beleza, mesmo que uma beleza triste, em todo tipo de sentimentos que humanamente se pode captar e exprimir. E senti algo de sutil e imperceptivelmente grandioso e bonito naquela união dissonante de colegas e amigos. Quis transmitir um pouco disso também.
Espero que curtam.]]></itunes:summary>
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                <pubDate>Wed, 01 Jul 2020 05:23:16 +0200</pubDate>
                
                <atom:updated>2020-07-01T05:23:16+02:00</atom:updated>
                
            
            
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Despertando num Oásis (Fim das Mil e uma noites)]]></title>
            <link>https://hearthis.at/jotaborba/despertando-num-oasis-fim-das-mil-euma-noites/</link>
            <itunes:author><![CDATA[jotaborba]]></itunes:author>
            <description><![CDATA[Esta é a reconstrução atual de uma música sem letra que compus há mais de 3 décadas, originalmente só em voz e violão (na época nem cheguei a dar título a ela).]]></description>
            <googleplay:description><![CDATA[Esta é a reconstrução atual de uma música sem letra que compus há mais de 3 décadas, originalmente só em voz e violão (na época nem cheguei a dar título a ela).]]></googleplay:description>
            <itunes:summary><![CDATA[Esta é a reconstrução atual de uma música sem letra que compus há mais de 3 décadas, originalmente só em voz e violão (na época nem cheguei a dar título a ela).]]></itunes:summary>
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                <pubDate>Sun, 07 Jun 2020 21:51:46 +0200</pubDate>
                
                <atom:updated>2020-06-07T21:51:46+02:00</atom:updated>
                
            
            
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        <item>
            <title><![CDATA[Janela da Lua]]></title>
            <link>https://hearthis.at/jotaborba/janela-da-lua/</link>
            <itunes:author><![CDATA[jotaborba]]></itunes:author>
            <description><![CDATA[Esta música foi criada por mim a mais de 30 anos atrás e não saberia precisar a data exata. Tenho muitas composições com letra, originalmente feitas para canto acompanhado de violão feitas entre meus 15 e meus vinte e tantos anos de idade.<br />
Agora que tenho mais de 50, achava que essas composições estavam perdidas. mas encontrei mais de 50 antigas fitas cassete com estudos meus em um armário, e no meio delas, 3 fitas com músicas minhas (ou rascunhos musicais) dessa época, na maioria cantigas de amor.<br />
Graças à gentileza de uma vizinha, à qual agradeço por ter me dado seu antigo toca-fitas em perfeitíssimo estado de funcionamento, posso agora ouvir essas fitas (por sorte ainda são audíveis), e estou começando a transcrever as músicas criando novos arranjos para elas.<br />
"Janela da Lua" é uma dessas minhas composições antigas, a primeira que resolvi transcrever e rearranjar. Não me lembrava dela e fiquei encantado com o "reencontro" com ela, naquela minha voz de adolescente numa velha fita cheia de ruídos, que me fez recordar do processo de criação na época. Ela ajuda a compreender como é antiga a temática de que me utilizo em uma música bem mais recente para a qual já publiquei um videoclipe no YouTube, intitulada "Carinhoso Lobisomem". Na verdade ainda acho que o arranjo ficou um pouco "sujo"  por excesso de notas se destacando umas das outras... acho que ainda vou mexer no cavaquinho, pra deixá-lo um pouco mais "obediente" à melodia principal (ou pra usar uma linguagem mais nietzscheana, "deixar o impulso maior dominar" rsrsrs...).<br />
<br />
A música aqui está em versão instrumental, mas tem uma letra, que se canta acompanhando o saxofone (a melodia principal), e é a seguinte:<br />
<br />
Lua cheia no conta-gotas,<br />
Na beira da janela dela tudo muda em mim!<br />
E enquanto coço meu focinho vou cantando…<br />
Auuu! Au-au-auuu!<br />
<br />
Essa mulher me desafina…<br />
A navalha da sorte.<br />
Esse olhar com asinhas de fogo…<br />
É de desnortear qualquer um e fui eu!<br />
Não quero mais voltar, nem sei pra onde ir!<br />
Auuu! Au-au-auuu!<br />
<br />
Essa mulher me desatina,<br />
Feito cachaça forte.<br />
Esse olhar com asinhas de fogo…<br />
Incendeia meu corpo de palha…<br />
De palhaço espantalho,<br />
De lobo empalhado<br />
Querendo e querendo morder…!<br />
<br />
Essa mulher me desafina...<br />
A navalha da sorte,<br />
Esse olhar com asinhas de fogo…<br />
Qu’ incendeia meu corpo de palha…<br />
De palhaço espantalho,<br />
De lobo empalhado<br />
Querendo e babando de bobo...<br />
<br />
Querendo e babando de bobo<br />
Um lago encantado <br />
Só de desejo,<br />
Pra lavar os és dessa mulher<br />
Que ainda não acredita…<br />
Mas é a própria Lua,<br />
Com muito muito medo…<br />
De sair das nuvens<br />
E molhar seus cabelos no amor<br />
Outra vez!<br />
<br />
Lua cheia no conta-gotas,<br />
Na beira da janela dela tudo muda em mim!<br />
E enquanto coço meu focinho vou cantando…<br />
Auuu! Au-au-auuu!<br />
<br />
Auuu! Au-au-auuu!<br />
<br />
]]></description>
            <googleplay:description><![CDATA[Esta música foi criada por mim a mais de 30 anos atrás e não saberia precisar a data exata. Tenho muitas composições com letra, originalmente feitas para canto acompanhado de violão feitas entre meus 15 e meus vinte e tantos anos de idade.<br />
Agora que tenho mais de 50, achava que essas composições estavam perdidas. mas encontrei mais de 50 antigas fitas cassete com estudos meus em um armário, e no meio delas, 3 fitas com músicas minhas (ou rascunhos musicais) dessa época, na maioria cantigas de amor.<br />
Graças à gentileza de uma vizinha, à qual agradeço por ter me dado seu antigo toca-fitas em perfeitíssimo estado de funcionamento, posso agora ouvir essas fitas (por sorte ainda são audíveis), e estou começando a transcrever as músicas criando novos arranjos para elas.<br />
"Janela da Lua" é uma dessas minhas composições antigas, a primeira que resolvi transcrever e rearranjar. Não me lembrava dela e fiquei encantado com o "reencontro" com ela, naquela minha voz de adolescente numa velha fita cheia de ruídos, que me fez recordar do processo de criação na época. Ela ajuda a compreender como é antiga a temática de que me utilizo em uma música bem mais recente para a qual já publiquei um videoclipe no YouTube, intitulada "Carinhoso Lobisomem". Na verdade ainda acho que o arranjo ficou um pouco "sujo"  por excesso de notas se destacando umas das outras... acho que ainda vou mexer no cavaquinho, pra deixá-lo um pouco mais "obediente" à melodia principal (ou pra usar uma linguagem mais nietzscheana, "deixar o impulso maior dominar" rsrsrs...).<br />
<br />
A música aqui está em versão instrumental, mas tem uma letra, que se canta acompanhando o saxofone (a melodia principal), e é a seguinte:<br />
<br />
Lua cheia no conta-gotas,<br />
Na beira da janela dela tudo muda em mim!<br />
E enquanto coço meu focinho vou cantando…<br />
Auuu! Au-au-auuu!<br />
<br />
Essa mulher me desafina…<br />
A navalha da sorte.<br />
Esse olhar com asinhas de fogo…<br />
É de desnortear qualquer um e fui eu!<br />
Não quero mais voltar, nem sei pra onde ir!<br />
Auuu! Au-au-auuu!<br />
<br />
Essa mulher me desatina,<br />
Feito cachaça forte.<br />
Esse olhar com asinhas de fogo…<br />
Incendeia meu corpo de palha…<br />
De palhaço espantalho,<br />
De lobo empalhado<br />
Querendo e querendo morder…!<br />
<br />
Essa mulher me desafina...<br />
A navalha da sorte,<br />
Esse olhar com asinhas de fogo…<br />
Qu’ incendeia meu corpo de palha…<br />
De palhaço espantalho,<br />
De lobo empalhado<br />
Querendo e babando de bobo...<br />
<br />
Querendo e babando de bobo<br />
Um lago encantado <br />
Só de desejo,<br />
Pra lavar os és dessa mulher<br />
Que ainda não acredita…<br />
Mas é a própria Lua,<br />
Com muito muito medo…<br />
De sair das nuvens<br />
E molhar seus cabelos no amor<br />
Outra vez!<br />
<br />
Lua cheia no conta-gotas,<br />
Na beira da janela dela tudo muda em mim!<br />
E enquanto coço meu focinho vou cantando…<br />
Auuu! Au-au-auuu!<br />
<br />
Auuu! Au-au-auuu!<br />
<br />
]]></googleplay:description>
            <itunes:summary><![CDATA[Esta música foi criada por mim a mais de 30 anos atrás e não saberia precisar a data exata. Tenho muitas composições com letra, originalmente feitas para canto acompanhado de violão feitas entre meus 15 e meus vinte e tantos anos de idade.
Agora que tenho mais de 50, achava que essas composições estavam perdidas. mas encontrei mais de 50 antigas fitas cassete com estudos meus em um armário, e no meio delas, 3 fitas com músicas minhas (ou rascunhos musicais) dessa época, na maioria cantigas de amor.
Graças à gentileza de uma vizinha, à qual agradeço por ter me dado seu antigo toca-fitas em perfeitíssimo estado de funcionamento, posso agora ouvir essas fitas (por sorte ainda são audíveis), e estou começando a transcrever as músicas criando novos arranjos para elas.
"Janela da Lua" é uma dessas minhas composições antigas, a primeira que resolvi transcrever e rearranjar. Não me lembrava dela e fiquei encantado com o "reencontro" com ela, naquela minha voz de adolescente numa velha fita cheia de ruídos, que me fez recordar do processo de criação na época. Ela ajuda a compreender como é antiga a temática de que me utilizo em uma música bem mais recente para a qual já publiquei um videoclipe no YouTube, intitulada "Carinhoso Lobisomem". Na verdade ainda acho que o arranjo ficou um pouco "sujo"  por excesso de notas se destacando umas das outras... acho que ainda vou mexer no cavaquinho, pra deixá-lo um pouco mais "obediente" à melodia principal (ou pra usar uma linguagem mais nietzscheana, "deixar o impulso maior dominar" rsrsrs...).

A música aqui está em versão instrumental, mas tem uma letra, que se canta acompanhando o saxofone (a melodia principal), e é a seguinte:

Lua cheia no conta-gotas,
Na beira da janela dela tudo muda em mim!
E enquanto coço meu focinho vou cantando…
Auuu! Au-au-auuu!

Essa mulher me desafina…
A navalha da sorte.
Esse olhar com asinhas de fogo…
É de desnortear qualquer um e fui eu!
Não quero mais voltar, nem sei pra onde ir!
Auuu! Au-au-auuu!

Essa mulher me desatina,
Feito cachaça forte.
Esse olhar com asinhas de fogo…
Incendeia meu corpo de palha…
De palhaço espantalho,
De lobo empalhado
Querendo e querendo morder…!

Essa mulher me desafina...
A navalha da sorte,
Esse olhar com asinhas de fogo…
Qu’ incendeia meu corpo de palha…
De palhaço espantalho,
De lobo empalhado
Querendo e babando de bobo...

Querendo e babando de bobo
Um lago encantado 
Só de desejo,
Pra lavar os és dessa mulher
Que ainda não acredita…
Mas é a própria Lua,
Com muito muito medo…
De sair das nuvens
E molhar seus cabelos no amor
Outra vez!

Lua cheia no conta-gotas,
Na beira da janela dela tudo muda em mim!
E enquanto coço meu focinho vou cantando…
Auuu! Au-au-auuu!

Auuu! Au-au-auuu!

]]></itunes:summary>
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                <pubDate>Thu, 30 Apr 2020 14:36:50 +0200</pubDate>
                
                <atom:updated>2020-04-30T14:36:50+02:00</atom:updated>
                
            
            
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        <item>
            <title><![CDATA[As asas de ventilador (arranjo de guerra)]]></title>
            <link>https://hearthis.at/jotaborba/as-asas-de-ventilador-arranjo-de-guerra/</link>
            <itunes:author><![CDATA[jotaborba]]></itunes:author>
            <description><![CDATA[Minha composição "As asas de ventilador", do meu ponto de vista, não estava com um arranjo satisfatório: a melodia era triste, trágica e carregada de um sentimento lamentoso e conformista. <br />
<br />
Tudo isso até que caía sim perfeitamente bem, em vista das relações com a "deusa Platéia" mencionada na letra (que na antiguidade não era uma deusa e sim um povo aliado de Atenas que no momento da batalha ao invés de participar preferiu ficar assistindo antes de arriscar se posicionar contra os inimigos persas)... <br />
<br />
Mas por outro lado esse tom emocional da melodia ainda não era o bastante, porque se trata, por outro lado, de uma narrativa de guerra (liguada à grande Batalha de Maratona na antiga Grécia, que definiu parte do destino histórico da democracia ao lhe salvar as origens. queria algo de maior impacto, algo retumbante, que carregasse o sentido de batalha e algo do heroísmo e da vitória inacreditável dos atenienses contra um inimigo muito mais poderoso.<br />
<br />
Experimentei então fazer este novo arranjo (ao qual dei o subtítulo de "arranjo de guerra") ressaltando essa outra faceta da coisa. Acho que com este arranjo consegui exprimir melhor o "retumbante"da guerra. Mas perdi o tm lamentoso e muito do que havia de mais melodioso no rranjo anterior. <br />
Minha intenção, então, é mais tarde retomar os dois arranjos combinando-os um com o outro e reforçar o contraste entre as duas facetas. <br />
Mas deixo aqui exposto desde já o meu "arranjo de guerra" para a apreciação de quem estiver curioso.]]></description>
            <googleplay:description><![CDATA[Minha composição "As asas de ventilador", do meu ponto de vista, não estava com um arranjo satisfatório: a melodia era triste, trágica e carregada de um sentimento lamentoso e conformista. <br />
<br />
Tudo isso até que caía sim perfeitamente bem, em vista das relações com a "deusa Platéia" mencionada na letra (que na antiguidade não era uma deusa e sim um povo aliado de Atenas que no momento da batalha ao invés de participar preferiu ficar assistindo antes de arriscar se posicionar contra os inimigos persas)... <br />
<br />
Mas por outro lado esse tom emocional da melodia ainda não era o bastante, porque se trata, por outro lado, de uma narrativa de guerra (liguada à grande Batalha de Maratona na antiga Grécia, que definiu parte do destino histórico da democracia ao lhe salvar as origens. queria algo de maior impacto, algo retumbante, que carregasse o sentido de batalha e algo do heroísmo e da vitória inacreditável dos atenienses contra um inimigo muito mais poderoso.<br />
<br />
Experimentei então fazer este novo arranjo (ao qual dei o subtítulo de "arranjo de guerra") ressaltando essa outra faceta da coisa. Acho que com este arranjo consegui exprimir melhor o "retumbante"da guerra. Mas perdi o tm lamentoso e muito do que havia de mais melodioso no rranjo anterior. <br />
Minha intenção, então, é mais tarde retomar os dois arranjos combinando-os um com o outro e reforçar o contraste entre as duas facetas. <br />
Mas deixo aqui exposto desde já o meu "arranjo de guerra" para a apreciação de quem estiver curioso.]]></googleplay:description>
            <itunes:summary><![CDATA[Minha composição "As asas de ventilador", do meu ponto de vista, não estava com um arranjo satisfatório: a melodia era triste, trágica e carregada de um sentimento lamentoso e conformista. 

Tudo isso até que caía sim perfeitamente bem, em vista das relações com a "deusa Platéia" mencionada na letra (que na antiguidade não era uma deusa e sim um povo aliado de Atenas que no momento da batalha ao invés de participar preferiu ficar assistindo antes de arriscar se posicionar contra os inimigos persas)... 

Mas por outro lado esse tom emocional da melodia ainda não era o bastante, porque se trata, por outro lado, de uma narrativa de guerra (liguada à grande Batalha de Maratona na antiga Grécia, que definiu parte do destino histórico da democracia ao lhe salvar as origens. queria algo de maior impacto, algo retumbante, que carregasse o sentido de batalha e algo do heroísmo e da vitória inacreditável dos atenienses contra um inimigo muito mais poderoso.

Experimentei então fazer este novo arranjo (ao qual dei o subtítulo de "arranjo de guerra") ressaltando essa outra faceta da coisa. Acho que com este arranjo consegui exprimir melhor o "retumbante"da guerra. Mas perdi o tm lamentoso e muito do que havia de mais melodioso no rranjo anterior. 
Minha intenção, então, é mais tarde retomar os dois arranjos combinando-os um com o outro e reforçar o contraste entre as duas facetas. 
Mas deixo aqui exposto desde já o meu "arranjo de guerra" para a apreciação de quem estiver curioso.]]></itunes:summary>
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                <pubDate>Thu, 23 Apr 2020 21:57:27 +0200</pubDate>
                
                <atom:updated>2020-04-23T21:57:27+02:00</atom:updated>
                
            
            
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            <title><![CDATA[A Rosa o Cravo e a Sacada]]></title>
            <link>https://hearthis.at/jotaborba/a-rosa-o-cravo-e-a-sacada/</link>
            <itunes:author><![CDATA[jotaborba]]></itunes:author>
            <description><![CDATA[Esta composição foi feita em homenagem à cantiga popular "O Cravo e a Rosa", que é apenas citada no início e mencionada também no final em breves passagens. É além disso uma homenagem a "Romeu e Julieta", de Shakespeare. A letra (escrita também pelo compositor, ou seja, por mim), combina essas duas histórias em uma versão original diferente. Minha letra pode ser encontrada em https://archive.org/details/arosaocravoeasacada_20200405/mode/2up<br />
A letra está colocada sobre instrumentos, e a música não foi pensada sem eles, o que significa que foi feita para ser cantada com as vozes sobre esses instrumentos.]]></description>
            <googleplay:description><![CDATA[Esta composição foi feita em homenagem à cantiga popular "O Cravo e a Rosa", que é apenas citada no início e mencionada também no final em breves passagens. É além disso uma homenagem a "Romeu e Julieta", de Shakespeare. A letra (escrita também pelo compositor, ou seja, por mim), combina essas duas histórias em uma versão original diferente. Minha letra pode ser encontrada em https://archive.org/details/arosaocravoeasacada_20200405/mode/2up<br />
A letra está colocada sobre instrumentos, e a música não foi pensada sem eles, o que significa que foi feita para ser cantada com as vozes sobre esses instrumentos.]]></googleplay:description>
            <itunes:summary><![CDATA[Esta composição foi feita em homenagem à cantiga popular "O Cravo e a Rosa", que é apenas citada no início e mencionada também no final em breves passagens. É além disso uma homenagem a "Romeu e Julieta", de Shakespeare. A letra (escrita também pelo compositor, ou seja, por mim), combina essas duas histórias em uma versão original diferente. Minha letra pode ser encontrada em https://archive.org/details/arosaocravoeasacada_20200405/mode/2up
A letra está colocada sobre instrumentos, e a música não foi pensada sem eles, o que significa que foi feita para ser cantada com as vozes sobre esses instrumentos.]]></itunes:summary>
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                <pubDate>Wed, 22 Apr 2020 17:42:01 +0200</pubDate>
                
                <atom:updated>2020-04-22T17:42:01+02:00</atom:updated>
                
            
            
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            <title><![CDATA[Recompondo (filtrando alterações)]]></title>
            <link>https://hearthis.at/jotaborba/recompondo-filtrando-alteraceoees/</link>
            <itunes:author><![CDATA[jotaborba]]></itunes:author>
            <description><![CDATA[Compus esta música em 12 dde abril de 2020.<br />
É uma música intrumental metalinguística. Ela se inicia com uma abertura em estilo grandiloquente, retumbante (essas coisas de tipo estridente, espetaculoso ou fascistóide rsrsr), e depois vai desafiando a própria abertura e "desfiando-a" em seus temas componentes, mas em versão alterada, para ir recompondo com eles um conjunto bastante diferente... e o resultado final não se apresenta: apenas se anuncia. Fica como "resultado", portanto, o próprio processo de recomposição em si.<br />
<br />
]]></description>
            <googleplay:description><![CDATA[Compus esta música em 12 dde abril de 2020.<br />
É uma música intrumental metalinguística. Ela se inicia com uma abertura em estilo grandiloquente, retumbante (essas coisas de tipo estridente, espetaculoso ou fascistóide rsrsr), e depois vai desafiando a própria abertura e "desfiando-a" em seus temas componentes, mas em versão alterada, para ir recompondo com eles um conjunto bastante diferente... e o resultado final não se apresenta: apenas se anuncia. Fica como "resultado", portanto, o próprio processo de recomposição em si.<br />
<br />
]]></googleplay:description>
            <itunes:summary><![CDATA[Compus esta música em 12 dde abril de 2020.
É uma música intrumental metalinguística. Ela se inicia com uma abertura em estilo grandiloquente, retumbante (essas coisas de tipo estridente, espetaculoso ou fascistóide rsrsr), e depois vai desafiando a própria abertura e "desfiando-a" em seus temas componentes, mas em versão alterada, para ir recompondo com eles um conjunto bastante diferente... e o resultado final não se apresenta: apenas se anuncia. Fica como "resultado", portanto, o próprio processo de recomposição em si.

]]></itunes:summary>
            <itunes:image href="https://img.hearthis.at/5/1/2/_/uploads/9489347/image_user/w1400_h1400_q70_ptrue_v2_----cropped_1586131316215.jpg" />
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                <pubDate>Mon, 13 Apr 2020 01:42:55 +0200</pubDate>
                
                <atom:updated>2020-04-13T01:42:55+02:00</atom:updated>
                
            
            
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            <title><![CDATA[Monalisa com Reggie Revolt (um problema para os Art Ops)]]></title>
            <link>https://hearthis.at/jotaborba/monalisa-com-reggie-revolt-um-problema-para-os-art-ops/</link>
            <itunes:author><![CDATA[jotaborba]]></itunes:author>
            <description><![CDATA[	Acabei de compor "Monalisa com Reggie Revolt (um problema para os Art Ops)" há alguns minutos (agora são 17h15 no horário de Brasília, do dia 10 de abril de 2020). Levou dois dias para compor, mas gostei bastante do resultado. Espero que curtam também.<br />
	A música faz parte de minhas tentativas de avançar rumo a algo como um rock progressivo jazzístico... mas como não tenho muita noção dessas classificações e do quanto tive sucesso nisso ou não, classifiquei aqui como "instrumental".<br />
	Por que o título "Monalisa com Reggie Revolt"?  Sabemos talvez, intuitivamente, quem vem a ser Monalisa (aquela do belo sorriso)... mas quem é Reggie Revolt, e o que ele está fazendo com ela? "Revolt" é a tradução que deram aqui no Brasil para o sobrenome Riot (que quer dizer "rebelião"). E Reggie Riot (ou Revolt) é o protagonista nas aventuras de "Art Ops".<br />
	Ofereço a música como uma homenagem aos amantes de histórias quadrinhos, e que compreendem os quadrinhos como uma das belas artes (arte sequencial). Sobretudo àqueles que buscam e curtem quadrinhos diferentes, especialmente imaginativos (ou especialmente malucos) — porque "Art Ops" é um desses cassos.<br />
	Guardei para representar Monalisa as vozes femininas e o belo e melodioso assobio, que oscila entre acompanhar o tom mais clássico dessas (suas) vozes de base ou florear-se de um modo levemente maluco para poder acompanhar o passo "rebelde" dos outros instrumentos, que deixei para o seu "guia" e "protetor" Reggie Revolt (aliás nada contente com isso e nada adequado para funções como essas) . <br />
	Os curiosos, pesquisem  quem são no mundo dos quadrinhos os "Art Ops" (ou "Agentes da Arte") e descobrirão entre eles o problemático Reggie Revolt com seu braço de tinta. Tentem captar a presença desses dois andando lado alado na música... Reggie Revolt e a Monalisa.]]></description>
            <googleplay:description><![CDATA[	Acabei de compor "Monalisa com Reggie Revolt (um problema para os Art Ops)" há alguns minutos (agora são 17h15 no horário de Brasília, do dia 10 de abril de 2020). Levou dois dias para compor, mas gostei bastante do resultado. Espero que curtam também.<br />
	A música faz parte de minhas tentativas de avançar rumo a algo como um rock progressivo jazzístico... mas como não tenho muita noção dessas classificações e do quanto tive sucesso nisso ou não, classifiquei aqui como "instrumental".<br />
	Por que o título "Monalisa com Reggie Revolt"?  Sabemos talvez, intuitivamente, quem vem a ser Monalisa (aquela do belo sorriso)... mas quem é Reggie Revolt, e o que ele está fazendo com ela? "Revolt" é a tradução que deram aqui no Brasil para o sobrenome Riot (que quer dizer "rebelião"). E Reggie Riot (ou Revolt) é o protagonista nas aventuras de "Art Ops".<br />
	Ofereço a música como uma homenagem aos amantes de histórias quadrinhos, e que compreendem os quadrinhos como uma das belas artes (arte sequencial). Sobretudo àqueles que buscam e curtem quadrinhos diferentes, especialmente imaginativos (ou especialmente malucos) — porque "Art Ops" é um desses cassos.<br />
	Guardei para representar Monalisa as vozes femininas e o belo e melodioso assobio, que oscila entre acompanhar o tom mais clássico dessas (suas) vozes de base ou florear-se de um modo levemente maluco para poder acompanhar o passo "rebelde" dos outros instrumentos, que deixei para o seu "guia" e "protetor" Reggie Revolt (aliás nada contente com isso e nada adequado para funções como essas) . <br />
	Os curiosos, pesquisem  quem são no mundo dos quadrinhos os "Art Ops" (ou "Agentes da Arte") e descobrirão entre eles o problemático Reggie Revolt com seu braço de tinta. Tentem captar a presença desses dois andando lado alado na música... Reggie Revolt e a Monalisa.]]></googleplay:description>
            <itunes:summary><![CDATA[	Acabei de compor "Monalisa com Reggie Revolt (um problema para os Art Ops)" há alguns minutos (agora são 17h15 no horário de Brasília, do dia 10 de abril de 2020). Levou dois dias para compor, mas gostei bastante do resultado. Espero que curtam também.
	A música faz parte de minhas tentativas de avançar rumo a algo como um rock progressivo jazzístico... mas como não tenho muita noção dessas classificações e do quanto tive sucesso nisso ou não, classifiquei aqui como "instrumental".
	Por que o título "Monalisa com Reggie Revolt"?  Sabemos talvez, intuitivamente, quem vem a ser Monalisa (aquela do belo sorriso)... mas quem é Reggie Revolt, e o que ele está fazendo com ela? "Revolt" é a tradução que deram aqui no Brasil para o sobrenome Riot (que quer dizer "rebelião"). E Reggie Riot (ou Revolt) é o protagonista nas aventuras de "Art Ops".
	Ofereço a música como uma homenagem aos amantes de histórias quadrinhos, e que compreendem os quadrinhos como uma das belas artes (arte sequencial). Sobretudo àqueles que buscam e curtem quadrinhos diferentes, especialmente imaginativos (ou especialmente malucos) — porque "Art Ops" é um desses cassos.
	Guardei para representar Monalisa as vozes femininas e o belo e melodioso assobio, que oscila entre acompanhar o tom mais clássico dessas (suas) vozes de base ou florear-se de um modo levemente maluco para poder acompanhar o passo "rebelde" dos outros instrumentos, que deixei para o seu "guia" e "protetor" Reggie Revolt (aliás nada contente com isso e nada adequado para funções como essas) . 
	Os curiosos, pesquisem  quem são no mundo dos quadrinhos os "Art Ops" (ou "Agentes da Arte") e descobrirão entre eles o problemático Reggie Revolt com seu braço de tinta. Tentem captar a presença desses dois andando lado alado na música... Reggie Revolt e a Monalisa.]]></itunes:summary>
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                <pubDate>Fri, 10 Apr 2020 22:26:20 +0200</pubDate>
                
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            <title><![CDATA[Uma casual conversa de sopros na cozinha]]></title>
            <link>https://hearthis.at/jotaborba/uma-casual-conversa-de-sopros-na-cozinha/</link>
            <itunes:author><![CDATA[jotaborba]]></itunes:author>
            <description><![CDATA[Esta música é de abril de 2019 e a compus para exprimir exatamente a situação que o título indica: uma casual conversa na cozinha. Só que é uma conversa entre instrumentos de sopro. Um "fala", o outro "responde", às vezes "se animam" e falam atropeladamente uns por cima dos outros, há momentos de concordância, outros de pequenas discordâncias etc. <br />
Num certo ponto estalam, e se repetem, as únicas duas frases de letra desta música: "O... apito do chá! O... apito do bule!", e depois não há mais letra, apenas os instrumentos prosseguem seu diálogo soprado. Nesta vers!ao aqui presente em áudio não aparecem essas duas frases sendo cantadas. <br />
Ouça com atenção essa conversa na cozinha. Será que você, ouvinte, consegue adivinhar aonde essas frases apareceriam?]]></description>
            <googleplay:description><![CDATA[Esta música é de abril de 2019 e a compus para exprimir exatamente a situação que o título indica: uma casual conversa na cozinha. Só que é uma conversa entre instrumentos de sopro. Um "fala", o outro "responde", às vezes "se animam" e falam atropeladamente uns por cima dos outros, há momentos de concordância, outros de pequenas discordâncias etc. <br />
Num certo ponto estalam, e se repetem, as únicas duas frases de letra desta música: "O... apito do chá! O... apito do bule!", e depois não há mais letra, apenas os instrumentos prosseguem seu diálogo soprado. Nesta vers!ao aqui presente em áudio não aparecem essas duas frases sendo cantadas. <br />
Ouça com atenção essa conversa na cozinha. Será que você, ouvinte, consegue adivinhar aonde essas frases apareceriam?]]></googleplay:description>
            <itunes:summary><![CDATA[Esta música é de abril de 2019 e a compus para exprimir exatamente a situação que o título indica: uma casual conversa na cozinha. Só que é uma conversa entre instrumentos de sopro. Um "fala", o outro "responde", às vezes "se animam" e falam atropeladamente uns por cima dos outros, há momentos de concordância, outros de pequenas discordâncias etc. 
Num certo ponto estalam, e se repetem, as únicas duas frases de letra desta música: "O... apito do chá! O... apito do bule!", e depois não há mais letra, apenas os instrumentos prosseguem seu diálogo soprado. Nesta vers!ao aqui presente em áudio não aparecem essas duas frases sendo cantadas. 
Ouça com atenção essa conversa na cozinha. Será que você, ouvinte, consegue adivinhar aonde essas frases apareceriam?]]></itunes:summary>
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                <pubDate>Wed, 08 Apr 2020 23:42:33 +0200</pubDate>
                
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            <title><![CDATA[Superbode]]></title>
            <link>https://hearthis.at/jotaborba/superbode/</link>
            <itunes:author><![CDATA[jotaborba]]></itunes:author>
            <description><![CDATA[Esta é uma composição que fiz em 2018 como música-tema para um personagem de minha série de vídeos "Sinapses do Projeto Quem", que combina estudos de filosofia e mitologia com narrativas de mistério e humor. Este personagem é um super-herói sui generis, um professor de psicologia meio velho e careca, capaz de adquirir, chifres, patas e pêlos para se tranformar em um super-bode chamado "Professor Errante", que viaja pelo imaginário individual e coletivo afetando-o e sendo afetado por ele. (Existe uma ligação íntima entre esse personagem e o antigo deus Pã da Grécia, além de outros deuses daquele tempo). Mas enfim, deixando tudo isso de lado, a música então é o tema sonoro desse super-bode, e é instrumental. Mas ela começa citando a música-tema do antigo seriado Star Treck, e com uma fala parodiando a do Capitão Kirk para falar das aventuras "interimaginárias" do nosso "cabra" chifrudo e heróico. Aqui a música está sem essa fala. <br />
Boa curtição e boa viagem, queridos ouvites!]]></description>
            <googleplay:description><![CDATA[Esta é uma composição que fiz em 2018 como música-tema para um personagem de minha série de vídeos "Sinapses do Projeto Quem", que combina estudos de filosofia e mitologia com narrativas de mistério e humor. Este personagem é um super-herói sui generis, um professor de psicologia meio velho e careca, capaz de adquirir, chifres, patas e pêlos para se tranformar em um super-bode chamado "Professor Errante", que viaja pelo imaginário individual e coletivo afetando-o e sendo afetado por ele. (Existe uma ligação íntima entre esse personagem e o antigo deus Pã da Grécia, além de outros deuses daquele tempo). Mas enfim, deixando tudo isso de lado, a música então é o tema sonoro desse super-bode, e é instrumental. Mas ela começa citando a música-tema do antigo seriado Star Treck, e com uma fala parodiando a do Capitão Kirk para falar das aventuras "interimaginárias" do nosso "cabra" chifrudo e heróico. Aqui a música está sem essa fala. <br />
Boa curtição e boa viagem, queridos ouvites!]]></googleplay:description>
            <itunes:summary><![CDATA[Esta é uma composição que fiz em 2018 como música-tema para um personagem de minha série de vídeos "Sinapses do Projeto Quem", que combina estudos de filosofia e mitologia com narrativas de mistério e humor. Este personagem é um super-herói sui generis, um professor de psicologia meio velho e careca, capaz de adquirir, chifres, patas e pêlos para se tranformar em um super-bode chamado "Professor Errante", que viaja pelo imaginário individual e coletivo afetando-o e sendo afetado por ele. (Existe uma ligação íntima entre esse personagem e o antigo deus Pã da Grécia, além de outros deuses daquele tempo). Mas enfim, deixando tudo isso de lado, a música então é o tema sonoro desse super-bode, e é instrumental. Mas ela começa citando a música-tema do antigo seriado Star Treck, e com uma fala parodiando a do Capitão Kirk para falar das aventuras "interimaginárias" do nosso "cabra" chifrudo e heróico. Aqui a música está sem essa fala. 
Boa curtição e boa viagem, queridos ouvites!]]></itunes:summary>
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                <pubDate>Wed, 08 Apr 2020 23:29:30 +0200</pubDate>
                
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            <title><![CDATA[Suave tensão crescente]]></title>
            <link>https://hearthis.at/jotaborba/suave-tensaeo-crescente/</link>
            <itunes:author><![CDATA[jotaborba]]></itunes:author>
            <description><![CDATA[Esta é uma composição de fevereiro de 2020, e realmente gostei muito de fazê-la. <br />
Está no rol de minhas músicas inspiradas nos contrastes caracterísiticos dos sentimentos de um bipolar (assim como "Euforia de Ícaro" e "Minha marcha de sombras em trilha de sol") e está entre minhas favoritas. Principalmente porque a acho bem acabada, "redondinha", sem falhas, digamos assim. E acho que exprime muito bem aquilo que eu pretendia: a suave tensão crescente que aponta, para o bipolar, na direção de uma temível crise, mas que permanece suave... se suavizada por medicamentos rsrsrs. <br />
Mas deixemos de lado a fonte de inspiração da música. Aqui ela já não importa tanto: quem nunca viveu uma "suave tensão crescente"? Acho que consegui fazer uma música despretenciosa, bem-feitinha e bonita, e me sinto orgulhoso. Espero não estar enganado. Então é isso aí, curtamos experimentar sentimento que a música tenta oferecer ao ouvinte... espero que consigamos oferecê-lo a você, ela e eu.]]></description>
            <googleplay:description><![CDATA[Esta é uma composição de fevereiro de 2020, e realmente gostei muito de fazê-la. <br />
Está no rol de minhas músicas inspiradas nos contrastes caracterísiticos dos sentimentos de um bipolar (assim como "Euforia de Ícaro" e "Minha marcha de sombras em trilha de sol") e está entre minhas favoritas. Principalmente porque a acho bem acabada, "redondinha", sem falhas, digamos assim. E acho que exprime muito bem aquilo que eu pretendia: a suave tensão crescente que aponta, para o bipolar, na direção de uma temível crise, mas que permanece suave... se suavizada por medicamentos rsrsrs. <br />
Mas deixemos de lado a fonte de inspiração da música. Aqui ela já não importa tanto: quem nunca viveu uma "suave tensão crescente"? Acho que consegui fazer uma música despretenciosa, bem-feitinha e bonita, e me sinto orgulhoso. Espero não estar enganado. Então é isso aí, curtamos experimentar sentimento que a música tenta oferecer ao ouvinte... espero que consigamos oferecê-lo a você, ela e eu.]]></googleplay:description>
            <itunes:summary><![CDATA[Esta é uma composição de fevereiro de 2020, e realmente gostei muito de fazê-la. 
Está no rol de minhas músicas inspiradas nos contrastes caracterísiticos dos sentimentos de um bipolar (assim como "Euforia de Ícaro" e "Minha marcha de sombras em trilha de sol") e está entre minhas favoritas. Principalmente porque a acho bem acabada, "redondinha", sem falhas, digamos assim. E acho que exprime muito bem aquilo que eu pretendia: a suave tensão crescente que aponta, para o bipolar, na direção de uma temível crise, mas que permanece suave... se suavizada por medicamentos rsrsrs. 
Mas deixemos de lado a fonte de inspiração da música. Aqui ela já não importa tanto: quem nunca viveu uma "suave tensão crescente"? Acho que consegui fazer uma música despretenciosa, bem-feitinha e bonita, e me sinto orgulhoso. Espero não estar enganado. Então é isso aí, curtamos experimentar sentimento que a música tenta oferecer ao ouvinte... espero que consigamos oferecê-lo a você, ela e eu.]]></itunes:summary>
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                <pubDate>Wed, 08 Apr 2020 23:16:32 +0200</pubDate>
                
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            <title><![CDATA[Sopro de outono em fiação elétrica]]></title>
            <link>https://hearthis.at/jotaborba/sopro-de-outono-em-f-eletrica/</link>
            <itunes:author><![CDATA[jotaborba]]></itunes:author>
            <description><![CDATA[Esta minha composição é de julho de 2018, e gosto bastante dela. Foi um primeiro experimento de metalingagem na direção do que mais tarde faria melhor em "Ponte de corda sobre o caos". Aqui também temos no título uma referência aos próprios instrumentos de cordas. A música procura exprimir uma cena banal de algumas cidades grandes como São Paulo, que podemos observar por exemplo quando, de dentro de um carro, olhamos para o alto pela janela: podemos ver os fios elétricos que vêm ladeando as avenidas, pendurados nos postes. E às vezes, se não estão bem esticados, como é muito comum em vista do desleixo habitual dos serviços públicos no Brasil, podemos ver esses fios balançando, se houver muito vento. Combinada a uma sensação de clima de "outono", essa foi a imagem que inspirou a presente composição. Imaginemos as vozes e a flauta como esse sopro de outono que balança as diversas cordas penduradas. Apesar de frouxas, as cordas não deixam de apresentar certa tensão... afinal, são cabos elétricos rsrsrs.  <br />
Espero que gostem.]]></description>
            <googleplay:description><![CDATA[Esta minha composição é de julho de 2018, e gosto bastante dela. Foi um primeiro experimento de metalingagem na direção do que mais tarde faria melhor em "Ponte de corda sobre o caos". Aqui também temos no título uma referência aos próprios instrumentos de cordas. A música procura exprimir uma cena banal de algumas cidades grandes como São Paulo, que podemos observar por exemplo quando, de dentro de um carro, olhamos para o alto pela janela: podemos ver os fios elétricos que vêm ladeando as avenidas, pendurados nos postes. E às vezes, se não estão bem esticados, como é muito comum em vista do desleixo habitual dos serviços públicos no Brasil, podemos ver esses fios balançando, se houver muito vento. Combinada a uma sensação de clima de "outono", essa foi a imagem que inspirou a presente composição. Imaginemos as vozes e a flauta como esse sopro de outono que balança as diversas cordas penduradas. Apesar de frouxas, as cordas não deixam de apresentar certa tensão... afinal, são cabos elétricos rsrsrs.  <br />
Espero que gostem.]]></googleplay:description>
            <itunes:summary><![CDATA[Esta minha composição é de julho de 2018, e gosto bastante dela. Foi um primeiro experimento de metalingagem na direção do que mais tarde faria melhor em "Ponte de corda sobre o caos". Aqui também temos no título uma referência aos próprios instrumentos de cordas. A música procura exprimir uma cena banal de algumas cidades grandes como São Paulo, que podemos observar por exemplo quando, de dentro de um carro, olhamos para o alto pela janela: podemos ver os fios elétricos que vêm ladeando as avenidas, pendurados nos postes. E às vezes, se não estão bem esticados, como é muito comum em vista do desleixo habitual dos serviços públicos no Brasil, podemos ver esses fios balançando, se houver muito vento. Combinada a uma sensação de clima de "outono", essa foi a imagem que inspirou a presente composição. Imaginemos as vozes e a flauta como esse sopro de outono que balança as diversas cordas penduradas. Apesar de frouxas, as cordas não deixam de apresentar certa tensão... afinal, são cabos elétricos rsrsrs.  
Espero que gostem.]]></itunes:summary>
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                <pubDate>Wed, 08 Apr 2020 22:50:26 +0200</pubDate>
                
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            <title><![CDATA[Problema]]></title>
            <link>https://hearthis.at/jotaborba/problema/</link>
            <itunes:author><![CDATA[jotaborba]]></itunes:author>
            <description><![CDATA[Compus esta música na juventude, não consigo determinar exatamente quando. Foi retomada por mim em junho de 2018, e então fiz a partitura e o arranjo. Aliás não fiquei nada contente com meu arranjo aqui, e se alguém puder fazer melhor ficarei felicíssimo. O audio aqui apresenta apenas a versão instrumental. Mas é uma música com letra.<br />
A letra (registrada em Creative Commons com atribuição ao autor e partilha em condição similar) é esta que apresento abaixo:<br />
<br />
Só existe problema... puxa vida! Só existe problema... que puxa... a vida!<br />
Só existe problema, quando algo faz sentido,<br />
Quando algo faz sentido é que esse algo se projeta numa direção...<br />
A gente quer ir prá lá, não dá, não saido lugar...<br />
Pode não haver condição de ação mas é constatação banal que...<br />
Só existe problema, quando algo faz sentido...<br />
E quando algo faz sentido é que esse algo se projeta numa direção...<br />
Pois é... o sentido da vida, o sentido do chão, querida!<br />
Se a gente desequilibra na luta, a rima calibra... a razão e a emoção,<br />
Só existe problema quando a gente faz... sentido!<br />
Quando a gente faz sentido é que a gente se projeta numa direção mas...<br />
O sentido da vida... é o do chão!<br />
A resistência existe, a existência resiste... e consiste na expressão: meu amor!<br />
Tudo que a gente projeta na vida, abre uma nova partida no jogo,<br />
Cada ferida na dura labuta, num caleidoscópio biruta,<br />
Transforma o nosso problema em solução!<br />
Transforma o nosso problema em solução, meu amor!<br />
Transforma o nosso problema em solução!<br />
]]></description>
            <googleplay:description><![CDATA[Compus esta música na juventude, não consigo determinar exatamente quando. Foi retomada por mim em junho de 2018, e então fiz a partitura e o arranjo. Aliás não fiquei nada contente com meu arranjo aqui, e se alguém puder fazer melhor ficarei felicíssimo. O audio aqui apresenta apenas a versão instrumental. Mas é uma música com letra.<br />
A letra (registrada em Creative Commons com atribuição ao autor e partilha em condição similar) é esta que apresento abaixo:<br />
<br />
Só existe problema... puxa vida! Só existe problema... que puxa... a vida!<br />
Só existe problema, quando algo faz sentido,<br />
Quando algo faz sentido é que esse algo se projeta numa direção...<br />
A gente quer ir prá lá, não dá, não saido lugar...<br />
Pode não haver condição de ação mas é constatação banal que...<br />
Só existe problema, quando algo faz sentido...<br />
E quando algo faz sentido é que esse algo se projeta numa direção...<br />
Pois é... o sentido da vida, o sentido do chão, querida!<br />
Se a gente desequilibra na luta, a rima calibra... a razão e a emoção,<br />
Só existe problema quando a gente faz... sentido!<br />
Quando a gente faz sentido é que a gente se projeta numa direção mas...<br />
O sentido da vida... é o do chão!<br />
A resistência existe, a existência resiste... e consiste na expressão: meu amor!<br />
Tudo que a gente projeta na vida, abre uma nova partida no jogo,<br />
Cada ferida na dura labuta, num caleidoscópio biruta,<br />
Transforma o nosso problema em solução!<br />
Transforma o nosso problema em solução, meu amor!<br />
Transforma o nosso problema em solução!<br />
]]></googleplay:description>
            <itunes:summary><![CDATA[Compus esta música na juventude, não consigo determinar exatamente quando. Foi retomada por mim em junho de 2018, e então fiz a partitura e o arranjo. Aliás não fiquei nada contente com meu arranjo aqui, e se alguém puder fazer melhor ficarei felicíssimo. O audio aqui apresenta apenas a versão instrumental. Mas é uma música com letra.
A letra (registrada em Creative Commons com atribuição ao autor e partilha em condição similar) é esta que apresento abaixo:

Só existe problema... puxa vida! Só existe problema... que puxa... a vida!
Só existe problema, quando algo faz sentido,
Quando algo faz sentido é que esse algo se projeta numa direção...
A gente quer ir prá lá, não dá, não saido lugar...
Pode não haver condição de ação mas é constatação banal que...
Só existe problema, quando algo faz sentido...
E quando algo faz sentido é que esse algo se projeta numa direção...
Pois é... o sentido da vida, o sentido do chão, querida!
Se a gente desequilibra na luta, a rima calibra... a razão e a emoção,
Só existe problema quando a gente faz... sentido!
Quando a gente faz sentido é que a gente se projeta numa direção mas...
O sentido da vida... é o do chão!
A resistência existe, a existência resiste... e consiste na expressão: meu amor!
Tudo que a gente projeta na vida, abre uma nova partida no jogo,
Cada ferida na dura labuta, num caleidoscópio biruta,
Transforma o nosso problema em solução!
Transforma o nosso problema em solução, meu amor!
Transforma o nosso problema em solução!
]]></itunes:summary>
            <itunes:image href="https://img.hearthis.at/5/1/2/_/uploads/9489347/image_user/w1400_h1400_q70_ptrue_v2_----cropped_1586131316215.jpg" />
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                <pubDate>Wed, 08 Apr 2020 22:38:36 +0200</pubDate>
                
                <atom:updated>2020-04-08T22:38:36+02:00</atom:updated>
                
            
            
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        <item>
            <title><![CDATA[Ponte de safena]]></title>
            <link>https://hearthis.at/jotaborba/ponte-de-safena/</link>
            <itunes:author><![CDATA[jotaborba]]></itunes:author>
            <description><![CDATA[Criei esta música (incluindo a letra) em 1998, não saberia dizer a data exata. Mas depois a refiz com correções em agosto de 2018 e complementando-a com um este arranjo. A versão que está aqui em áudio é apenas instrumental. A letra, bem-humorada (e que está também sob Creative Commons exigindo atribuição ao autor e partilha em condição similar) é a seguinte:<br />
<br />
Cuidado, c'ê vai quebrar o telhado!<br />
E ela me lançav' aquele olhar esguio,<br />
Lambia o pulso e depois dava risada...<br />
Hoje ela acordou já meio virada,<br />
Quis brincar de gato mia e euuuuu<br />
Disse não, não nã-ããão...!<br />
Cuidado meu bem, o telhado é frágil,<br />
Eu tô meio velho e já não sou mais tão ágil!<br />
Meu coração já tá pulando de lado, de tão inclinado pro chão...<br />
AAAAAUUUU! — Quando ela me crav'as unhas <br />
Na carn' eu atravesso a ponte, vou e volto sete vezes,<br />
A ponte bamba do coração...!<br />
Rolando dois viramos um do telhado pro chão — PAF!<br />
Viro cão! — Aaaaau uau! Mau miau, foi mau!<br />
Seus olhos crescem e me lambe as feridas, <br />
rolamos juntos no quintal dessa vida...<br />
Aaaaau uau! Mau miau, foi mau! Aaaaau uau!<br />
Todo mundo viu: a gata doida derrubou seu velho no quintal!<br />
Aaaaau uau! O vizinho acordou, a vizinhança tá no cio,<br />
Mandem essa gente par' a ponte que par... Aaaaau uau! <br />
Vem miau, meu bem!<br />
<br />
]]></description>
            <googleplay:description><![CDATA[Criei esta música (incluindo a letra) em 1998, não saberia dizer a data exata. Mas depois a refiz com correções em agosto de 2018 e complementando-a com um este arranjo. A versão que está aqui em áudio é apenas instrumental. A letra, bem-humorada (e que está também sob Creative Commons exigindo atribuição ao autor e partilha em condição similar) é a seguinte:<br />
<br />
Cuidado, c'ê vai quebrar o telhado!<br />
E ela me lançav' aquele olhar esguio,<br />
Lambia o pulso e depois dava risada...<br />
Hoje ela acordou já meio virada,<br />
Quis brincar de gato mia e euuuuu<br />
Disse não, não nã-ããão...!<br />
Cuidado meu bem, o telhado é frágil,<br />
Eu tô meio velho e já não sou mais tão ágil!<br />
Meu coração já tá pulando de lado, de tão inclinado pro chão...<br />
AAAAAUUUU! — Quando ela me crav'as unhas <br />
Na carn' eu atravesso a ponte, vou e volto sete vezes,<br />
A ponte bamba do coração...!<br />
Rolando dois viramos um do telhado pro chão — PAF!<br />
Viro cão! — Aaaaau uau! Mau miau, foi mau!<br />
Seus olhos crescem e me lambe as feridas, <br />
rolamos juntos no quintal dessa vida...<br />
Aaaaau uau! Mau miau, foi mau! Aaaaau uau!<br />
Todo mundo viu: a gata doida derrubou seu velho no quintal!<br />
Aaaaau uau! O vizinho acordou, a vizinhança tá no cio,<br />
Mandem essa gente par' a ponte que par... Aaaaau uau! <br />
Vem miau, meu bem!<br />
<br />
]]></googleplay:description>
            <itunes:summary><![CDATA[Criei esta música (incluindo a letra) em 1998, não saberia dizer a data exata. Mas depois a refiz com correções em agosto de 2018 e complementando-a com um este arranjo. A versão que está aqui em áudio é apenas instrumental. A letra, bem-humorada (e que está também sob Creative Commons exigindo atribuição ao autor e partilha em condição similar) é a seguinte:

Cuidado, c'ê vai quebrar o telhado!
E ela me lançav' aquele olhar esguio,
Lambia o pulso e depois dava risada...
Hoje ela acordou já meio virada,
Quis brincar de gato mia e euuuuu
Disse não, não nã-ããão...!
Cuidado meu bem, o telhado é frágil,
Eu tô meio velho e já não sou mais tão ágil!
Meu coração já tá pulando de lado, de tão inclinado pro chão...
AAAAAUUUU! — Quando ela me crav'as unhas 
Na carn' eu atravesso a ponte, vou e volto sete vezes,
A ponte bamba do coração...!
Rolando dois viramos um do telhado pro chão — PAF!
Viro cão! — Aaaaau uau! Mau miau, foi mau!
Seus olhos crescem e me lambe as feridas, 
rolamos juntos no quintal dessa vida...
Aaaaau uau! Mau miau, foi mau! Aaaaau uau!
Todo mundo viu: a gata doida derrubou seu velho no quintal!
Aaaaau uau! O vizinho acordou, a vizinhança tá no cio,
Mandem essa gente par' a ponte que par... Aaaaau uau! 
Vem miau, meu bem!

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                <pubDate>Wed, 08 Apr 2020 22:00:11 +0200</pubDate>
                
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            <title><![CDATA[Ponte de corda sobre o caos]]></title>
            <link>https://hearthis.at/jotaborba/ponte-de-corda-sobre-o-caos/</link>
            <itunes:author><![CDATA[jotaborba]]></itunes:author>
            <description><![CDATA[Esta composição, que realizei em dezembro de 2019, me agrada bastante. Ok, ok, sejamos honestos... sei que é feio dizer mas... adoro o que fiz.  Fiz nela um trabalho de metalinguagem: as cordas (a guitarra e sobretudo o baixo elétrico) representam os passos que vão sendo dados na ponte de cordas, e em meio ao perigo crescente dos outros instrumentos, de um lado o sobro agudo do assobio e da flauta "ventando" e dando maior balanço e movimento às cordas, de outro as percussões se intensificando, essa ponte de cordas se desequilibra tensionando a dinâmica da música e exigindo o esforço de retorno ao equilíbrio...]]></description>
            <googleplay:description><![CDATA[Esta composição, que realizei em dezembro de 2019, me agrada bastante. Ok, ok, sejamos honestos... sei que é feio dizer mas... adoro o que fiz.  Fiz nela um trabalho de metalinguagem: as cordas (a guitarra e sobretudo o baixo elétrico) representam os passos que vão sendo dados na ponte de cordas, e em meio ao perigo crescente dos outros instrumentos, de um lado o sobro agudo do assobio e da flauta "ventando" e dando maior balanço e movimento às cordas, de outro as percussões se intensificando, essa ponte de cordas se desequilibra tensionando a dinâmica da música e exigindo o esforço de retorno ao equilíbrio...]]></googleplay:description>
            <itunes:summary><![CDATA[Esta composição, que realizei em dezembro de 2019, me agrada bastante. Ok, ok, sejamos honestos... sei que é feio dizer mas... adoro o que fiz.  Fiz nela um trabalho de metalinguagem: as cordas (a guitarra e sobretudo o baixo elétrico) representam os passos que vão sendo dados na ponte de cordas, e em meio ao perigo crescente dos outros instrumentos, de um lado o sobro agudo do assobio e da flauta "ventando" e dando maior balanço e movimento às cordas, de outro as percussões se intensificando, essa ponte de cordas se desequilibra tensionando a dinâmica da música e exigindo o esforço de retorno ao equilíbrio...]]></itunes:summary>
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                <pubDate>Wed, 08 Apr 2020 21:25:56 +0200</pubDate>
                
                <atom:updated>2020-04-08T21:25:56+02:00</atom:updated>
                
            
            
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            <title><![CDATA[Picadeiro]]></title>
            <link>https://hearthis.at/jotaborba/picadeiro/</link>
            <itunes:author><![CDATA[jotaborba]]></itunes:author>
            <description><![CDATA[Esta composição de junho de 2019 era apenas um experimento inacabado. Um trecho pronto repetido em variações, que iria completar futuramente num conjunto mais interessante. Agora creio que o conjunto eastá pronto. Não me satisfaz totalmente, entre outras coisas porque permaneço com a sensação desagradável de já ter ouvido algo muito parecido em algum lugar, será que consegui mesmo fazer algo original ou algum eco de alguma coisa interferiu?...Acho que o "circense" da música se tornou um pouco "chavão" quando a refiz. Nesse sentido posso ter começado melhor, e perdido talvez originalidade ao tentar refazer... Enfim. A música está aí. Quem sabe ainda retomo para refazer futuramente. A ideia é evocar a dinâmica de um picadeiro de circo durante o show circense, com as atrações sendo apresentadas.<br />
 ]]></description>
            <googleplay:description><![CDATA[Esta composição de junho de 2019 era apenas um experimento inacabado. Um trecho pronto repetido em variações, que iria completar futuramente num conjunto mais interessante. Agora creio que o conjunto eastá pronto. Não me satisfaz totalmente, entre outras coisas porque permaneço com a sensação desagradável de já ter ouvido algo muito parecido em algum lugar, será que consegui mesmo fazer algo original ou algum eco de alguma coisa interferiu?...Acho que o "circense" da música se tornou um pouco "chavão" quando a refiz. Nesse sentido posso ter começado melhor, e perdido talvez originalidade ao tentar refazer... Enfim. A música está aí. Quem sabe ainda retomo para refazer futuramente. A ideia é evocar a dinâmica de um picadeiro de circo durante o show circense, com as atrações sendo apresentadas.<br />
 ]]></googleplay:description>
            <itunes:summary><![CDATA[Esta composição de junho de 2019 era apenas um experimento inacabado. Um trecho pronto repetido em variações, que iria completar futuramente num conjunto mais interessante. Agora creio que o conjunto eastá pronto. Não me satisfaz totalmente, entre outras coisas porque permaneço com a sensação desagradável de já ter ouvido algo muito parecido em algum lugar, será que consegui mesmo fazer algo original ou algum eco de alguma coisa interferiu?...Acho que o "circense" da música se tornou um pouco "chavão" quando a refiz. Nesse sentido posso ter começado melhor, e perdido talvez originalidade ao tentar refazer... Enfim. A música está aí. Quem sabe ainda retomo para refazer futuramente. A ideia é evocar a dinâmica de um picadeiro de circo durante o show circense, com as atrações sendo apresentadas.
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                <pubDate>Wed, 08 Apr 2020 21:12:03 +0200</pubDate>
                
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            <title><![CDATA[Parceiros no pó da estrada]]></title>
            <link>https://hearthis.at/jotaborba/parceiros-no-poe-da-estrada/</link>
            <itunes:author><![CDATA[jotaborba]]></itunes:author>
            <description><![CDATA[Esta composição de fevereiro de 2010 foi na minha primeira tentatiiva de rock, escrevendo como costumo a partir da partitura (usando para isso o aplicativo MuseScore). Um "rockinho" singelo. Classifiquei assim, mas talvez alguém queira me corrigir dizendo que "não é um rock" rsrsrs. Pode ser que tenha um certo tempero jazzístico, sei lá.  Não sou muito bom com classificações.]]></description>
            <googleplay:description><![CDATA[Esta composição de fevereiro de 2010 foi na minha primeira tentatiiva de rock, escrevendo como costumo a partir da partitura (usando para isso o aplicativo MuseScore). Um "rockinho" singelo. Classifiquei assim, mas talvez alguém queira me corrigir dizendo que "não é um rock" rsrsrs. Pode ser que tenha um certo tempero jazzístico, sei lá.  Não sou muito bom com classificações.]]></googleplay:description>
            <itunes:summary><![CDATA[Esta composição de fevereiro de 2010 foi na minha primeira tentatiiva de rock, escrevendo como costumo a partir da partitura (usando para isso o aplicativo MuseScore). Um "rockinho" singelo. Classifiquei assim, mas talvez alguém queira me corrigir dizendo que "não é um rock" rsrsrs. Pode ser que tenha um certo tempero jazzístico, sei lá.  Não sou muito bom com classificações.]]></itunes:summary>
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                <pubDate>Wed, 08 Apr 2020 20:41:00 +0200</pubDate>
                
                <atom:updated>2020-04-08T20:41:00+02:00</atom:updated>
                
            
            
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            <title><![CDATA[O jogo do inimigo oculto (versão instrumental)]]></title>
            <link>https://hearthis.at/jotaborba/o-jogo-do-inimigo-oculto/</link>
            <itunes:author><![CDATA[jotaborba]]></itunes:author>
            <description><![CDATA[Compus esta música em 17 de dezembro de 2018, e gosto muito dela. O que apresento aqui é uma verão puramente instrumental,mas pretendo compor uma letra (que já comecei, mas ainda vai levar tempo para terminar). A letra descreverá uma pessoa em situação psicológica sui generis: a pessoa se sente como se estivesse às voltas com um inimigo oculto que a persegue e desafia e que é preciso enfrentar. Mas ao mesmo tempo a pessoa, com certa euforia, sente isso como uma espécie de jogo cotidiano que a fascina. E conforme o jogo se desenrola no dia dia dessa pessoa, na letra da música, o ouvinte vai descobrindo que o tal "inimigo oculto" está no espelho, é a própria pessoa, confrontando-se com si mesma.]]></description>
            <googleplay:description><![CDATA[Compus esta música em 17 de dezembro de 2018, e gosto muito dela. O que apresento aqui é uma verão puramente instrumental,mas pretendo compor uma letra (que já comecei, mas ainda vai levar tempo para terminar). A letra descreverá uma pessoa em situação psicológica sui generis: a pessoa se sente como se estivesse às voltas com um inimigo oculto que a persegue e desafia e que é preciso enfrentar. Mas ao mesmo tempo a pessoa, com certa euforia, sente isso como uma espécie de jogo cotidiano que a fascina. E conforme o jogo se desenrola no dia dia dessa pessoa, na letra da música, o ouvinte vai descobrindo que o tal "inimigo oculto" está no espelho, é a própria pessoa, confrontando-se com si mesma.]]></googleplay:description>
            <itunes:summary><![CDATA[Compus esta música em 17 de dezembro de 2018, e gosto muito dela. O que apresento aqui é uma verão puramente instrumental,mas pretendo compor uma letra (que já comecei, mas ainda vai levar tempo para terminar). A letra descreverá uma pessoa em situação psicológica sui generis: a pessoa se sente como se estivesse às voltas com um inimigo oculto que a persegue e desafia e que é preciso enfrentar. Mas ao mesmo tempo a pessoa, com certa euforia, sente isso como uma espécie de jogo cotidiano que a fascina. E conforme o jogo se desenrola no dia dia dessa pessoa, na letra da música, o ouvinte vai descobrindo que o tal "inimigo oculto" está no espelho, é a própria pessoa, confrontando-se com si mesma.]]></itunes:summary>
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                <pubDate>Wed, 08 Apr 2020 16:30:50 +0200</pubDate>
                
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            <title><![CDATA[Minha marcha de sombras em trilha de sol]]></title>
            <link>https://hearthis.at/jotaborba/minha-marcha-de-sombras-em-trilha-de-sol/</link>
            <itunes:author><![CDATA[jotaborba]]></itunes:author>
            <description><![CDATA[Compus esta música em março de 2020 e gostu muito dela. É uma música que faz par com a "Euforia de Ícaro", e traz a mesma inspiração nos sentimentos intensos, contrastantes e contraditórios que tipicamente afetam pessoas que sofrem de transtorno bipolar.]]></description>
            <googleplay:description><![CDATA[Compus esta música em março de 2020 e gostu muito dela. É uma música que faz par com a "Euforia de Ícaro", e traz a mesma inspiração nos sentimentos intensos, contrastantes e contraditórios que tipicamente afetam pessoas que sofrem de transtorno bipolar.]]></googleplay:description>
            <itunes:summary><![CDATA[Compus esta música em março de 2020 e gostu muito dela. É uma música que faz par com a "Euforia de Ícaro", e traz a mesma inspiração nos sentimentos intensos, contrastantes e contraditórios que tipicamente afetam pessoas que sofrem de transtorno bipolar.]]></itunes:summary>
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                <pubDate>Wed, 08 Apr 2020 16:06:34 +0200</pubDate>
                
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            <title><![CDATA[Mergulho de Alice (naufrágio de um sonho)]]></title>
            <link>https://hearthis.at/jotaborba/mergulho-de-alice-naufraegio-de-um-sonho/</link>
            <itunes:author><![CDATA[jotaborba]]></itunes:author>
            <description><![CDATA[Compus esta música em 14 de agosto de 2016, poucos dias depois de meu aniversário. Foi um presente para mim mesmo, porque estava em boa fase. Considero uma de minhas melhores músicas senão a melhor, gosto dela tanto quanto da música "Lençou na beira do lago". É uma das músicas-tema que fiz para minha série de vídeos "Sinapses do Projeto Quem", combinando estudos de filosofia e mitologia com narrativas de mistério e humor negro. Entre os personagens dessas narrativas há uma dupla de detetives, Ludi e seu assistente Quincas (que é hackere lobisomem). Ludi, o cabeça da dupla, é louco. Enlouqueceu com a notícia do desaparecimento da noiva num naufrágio em que todos os corpos falecidos foram encontrados menos o dela, e nunca mais se recuperou, passando a acreditar-se um superdetetive (superior a Sherlock Holmes). Sua noiva chamava-se Alice, e embarcou rumo ao naufrágio seguindo um tal "Dr. Coelho", quando investigava relatos misteriosos sobre uma sereia (o Dr. Coelho seria uma testemunha). Qualquer semelhança indireta com "Alice no país das maravilhas" não é mera coincidência, rsrsrs.]]></description>
            <googleplay:description><![CDATA[Compus esta música em 14 de agosto de 2016, poucos dias depois de meu aniversário. Foi um presente para mim mesmo, porque estava em boa fase. Considero uma de minhas melhores músicas senão a melhor, gosto dela tanto quanto da música "Lençou na beira do lago". É uma das músicas-tema que fiz para minha série de vídeos "Sinapses do Projeto Quem", combinando estudos de filosofia e mitologia com narrativas de mistério e humor negro. Entre os personagens dessas narrativas há uma dupla de detetives, Ludi e seu assistente Quincas (que é hackere lobisomem). Ludi, o cabeça da dupla, é louco. Enlouqueceu com a notícia do desaparecimento da noiva num naufrágio em que todos os corpos falecidos foram encontrados menos o dela, e nunca mais se recuperou, passando a acreditar-se um superdetetive (superior a Sherlock Holmes). Sua noiva chamava-se Alice, e embarcou rumo ao naufrágio seguindo um tal "Dr. Coelho", quando investigava relatos misteriosos sobre uma sereia (o Dr. Coelho seria uma testemunha). Qualquer semelhança indireta com "Alice no país das maravilhas" não é mera coincidência, rsrsrs.]]></googleplay:description>
            <itunes:summary><![CDATA[Compus esta música em 14 de agosto de 2016, poucos dias depois de meu aniversário. Foi um presente para mim mesmo, porque estava em boa fase. Considero uma de minhas melhores músicas senão a melhor, gosto dela tanto quanto da música "Lençou na beira do lago". É uma das músicas-tema que fiz para minha série de vídeos "Sinapses do Projeto Quem", combinando estudos de filosofia e mitologia com narrativas de mistério e humor negro. Entre os personagens dessas narrativas há uma dupla de detetives, Ludi e seu assistente Quincas (que é hackere lobisomem). Ludi, o cabeça da dupla, é louco. Enlouqueceu com a notícia do desaparecimento da noiva num naufrágio em que todos os corpos falecidos foram encontrados menos o dela, e nunca mais se recuperou, passando a acreditar-se um superdetetive (superior a Sherlock Holmes). Sua noiva chamava-se Alice, e embarcou rumo ao naufrágio seguindo um tal "Dr. Coelho", quando investigava relatos misteriosos sobre uma sereia (o Dr. Coelho seria uma testemunha). Qualquer semelhança indireta com "Alice no país das maravilhas" não é mera coincidência, rsrsrs.]]></itunes:summary>
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                <pubDate>Wed, 08 Apr 2020 15:56:20 +0200</pubDate>
                
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            <title><![CDATA[Lençol na Beira do Lago]]></title>
            <link>https://hearthis.at/jotaborba/lenceol-na-beira-do-lago/</link>
            <itunes:author><![CDATA[jotaborba]]></itunes:author>
            <description><![CDATA[Esta música intensa e vibrante, composta por mim em setembro de 2016, é uma de minhas favoritas, senão a melhor que já compus. Longa, rebuscada e envolvendo muitos instrumentos, tomou-me 6 meses de dedicação. É além disso uma música com letra, uma letra longa e recheada de metáforas complexas, que não está presente aqui (esta é a versão puramente instrumental). <br />
É uma música com uma letra ao mesmo tempo romântica e digamos assim "malandrinha, safadinha".<br />
A letra conta uma história: um sujeito vai à casa de sua "ex" (ex-esposa, ex-namorada, pouco importa) levando um lençol debaixo do braço, e os dois saem de mãos dadas para um passeio que haviam combinado. Estendem o lençol na beira de um lago e se sentam ou deitam ali para conversar e relembrar coisas, rindo e chorando juntos, e aí, felizes com o reencontro e no calor do momento e das lembranças, eles acabam... bom, isso já é spoiler. Vou disponibilizar a letra assim que possível rsrsrs. fica aqui por ora, para apreciação, apenas esta versão instrumental, que me deu muito gosto compor.]]></description>
            <googleplay:description><![CDATA[Esta música intensa e vibrante, composta por mim em setembro de 2016, é uma de minhas favoritas, senão a melhor que já compus. Longa, rebuscada e envolvendo muitos instrumentos, tomou-me 6 meses de dedicação. É além disso uma música com letra, uma letra longa e recheada de metáforas complexas, que não está presente aqui (esta é a versão puramente instrumental). <br />
É uma música com uma letra ao mesmo tempo romântica e digamos assim "malandrinha, safadinha".<br />
A letra conta uma história: um sujeito vai à casa de sua "ex" (ex-esposa, ex-namorada, pouco importa) levando um lençol debaixo do braço, e os dois saem de mãos dadas para um passeio que haviam combinado. Estendem o lençol na beira de um lago e se sentam ou deitam ali para conversar e relembrar coisas, rindo e chorando juntos, e aí, felizes com o reencontro e no calor do momento e das lembranças, eles acabam... bom, isso já é spoiler. Vou disponibilizar a letra assim que possível rsrsrs. fica aqui por ora, para apreciação, apenas esta versão instrumental, que me deu muito gosto compor.]]></googleplay:description>
            <itunes:summary><![CDATA[Esta música intensa e vibrante, composta por mim em setembro de 2016, é uma de minhas favoritas, senão a melhor que já compus. Longa, rebuscada e envolvendo muitos instrumentos, tomou-me 6 meses de dedicação. É além disso uma música com letra, uma letra longa e recheada de metáforas complexas, que não está presente aqui (esta é a versão puramente instrumental). 
É uma música com uma letra ao mesmo tempo romântica e digamos assim "malandrinha, safadinha".
A letra conta uma história: um sujeito vai à casa de sua "ex" (ex-esposa, ex-namorada, pouco importa) levando um lençol debaixo do braço, e os dois saem de mãos dadas para um passeio que haviam combinado. Estendem o lençol na beira de um lago e se sentam ou deitam ali para conversar e relembrar coisas, rindo e chorando juntos, e aí, felizes com o reencontro e no calor do momento e das lembranças, eles acabam... bom, isso já é spoiler. Vou disponibilizar a letra assim que possível rsrsrs. fica aqui por ora, para apreciação, apenas esta versão instrumental, que me deu muito gosto compor.]]></itunes:summary>
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                <pubDate>Wed, 08 Apr 2020 15:32:03 +0200</pubDate>
                
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            <title><![CDATA[Lacrimosa  (Bela naufraga do Olhar)]]></title>
            <link>https://hearthis.at/jotaborba/lacrimosa-bela-naufraga-do-olhar/</link>
            <itunes:author><![CDATA[jotaborba]]></itunes:author>
            <description><![CDATA[Esta minha composição de março de 2020, embora talvez não tão bem realizada (não é uma das minha favoritas), acho que não deixa de ter alguns bons momentos. A melodia principal é talvez interessante. <br />
É uma música, como o título diz, "lacrimosa", triste, mas com um certo tom de conformismo jocoso em relação à tristeza. Foi pensada em torno da metáfora que lhe dá título. Uma metáfora que "me persegue", digamos assim, há décadas, sempre voltando à minha mente, e que acho mesmo muito bonita: a da náufraga do olhar (aquela que, aos olhos de quem tem o coração partido por ela, afunda e se perde nas lágrimas que provoca). <br />
Essa metáfora aparece também em uma passagem da letra de uma outra composição minha mais alegre e  incomparavelmente mais bem realizada que esta aqui, e que se chama "Lençol na beira do lago".]]></description>
            <googleplay:description><![CDATA[Esta minha composição de março de 2020, embora talvez não tão bem realizada (não é uma das minha favoritas), acho que não deixa de ter alguns bons momentos. A melodia principal é talvez interessante. <br />
É uma música, como o título diz, "lacrimosa", triste, mas com um certo tom de conformismo jocoso em relação à tristeza. Foi pensada em torno da metáfora que lhe dá título. Uma metáfora que "me persegue", digamos assim, há décadas, sempre voltando à minha mente, e que acho mesmo muito bonita: a da náufraga do olhar (aquela que, aos olhos de quem tem o coração partido por ela, afunda e se perde nas lágrimas que provoca). <br />
Essa metáfora aparece também em uma passagem da letra de uma outra composição minha mais alegre e  incomparavelmente mais bem realizada que esta aqui, e que se chama "Lençol na beira do lago".]]></googleplay:description>
            <itunes:summary><![CDATA[Esta minha composição de março de 2020, embora talvez não tão bem realizada (não é uma das minha favoritas), acho que não deixa de ter alguns bons momentos. A melodia principal é talvez interessante. 
É uma música, como o título diz, "lacrimosa", triste, mas com um certo tom de conformismo jocoso em relação à tristeza. Foi pensada em torno da metáfora que lhe dá título. Uma metáfora que "me persegue", digamos assim, há décadas, sempre voltando à minha mente, e que acho mesmo muito bonita: a da náufraga do olhar (aquela que, aos olhos de quem tem o coração partido por ela, afunda e se perde nas lágrimas que provoca). 
Essa metáfora aparece também em uma passagem da letra de uma outra composição minha mais alegre e  incomparavelmente mais bem realizada que esta aqui, e que se chama "Lençol na beira do lago".]]></itunes:summary>
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                <pubDate>Wed, 08 Apr 2020 15:13:02 +0200</pubDate>
                
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            <title><![CDATA[Fúria das ondas]]></title>
            <link>https://hearthis.at/jotaborba/fueria-das-ondas/</link>
            <itunes:author><![CDATA[jotaborba]]></itunes:author>
            <description><![CDATA[Compus esta música em 21 de março de 2018, com saudades da praia, de ficar sentado na areia num horário de praia vazia, observando e ouvindo o mar... magestoso...!]]></description>
            <googleplay:description><![CDATA[Compus esta música em 21 de março de 2018, com saudades da praia, de ficar sentado na areia num horário de praia vazia, observando e ouvindo o mar... magestoso...!]]></googleplay:description>
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                <pubDate>Wed, 08 Apr 2020 14:46:52 +0200</pubDate>
                
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            <title><![CDATA[Força incrível de um besouro]]></title>
            <link>https://hearthis.at/jotaborba/forcea-incrievel-de-um-besouro/</link>
            <itunes:author><![CDATA[jotaborba]]></itunes:author>
            <description><![CDATA[Esta música, que compus em fevereiro de 2017, faz par com a música "Besouro: polinização", e a todo momento me pergunto se não devo combinar as duas em uma maior. Mas tenho preferência por músicar curtas, e já considero "Besouro: polinização" muito longa, o que ocorreu principalmente por causa da letra.<br />
O vôo do besouro parece a princípio aerodinamicamente inviável, e mesmo assim, ele realiza o que tem a apar6encia de ser impossível: ele vôa. Esse vôo desengonçado mas que é uma incrível demonstração de força, admirável e que não deixa de ter sua beleza, é o que procuro exprimir nesta música. <br />
Pode-se dizer que esta música, que representa o vôo desse poderoso inseto, está como que "anunciada" no final da outra. <br />
É provável que eu acabe mesmo combinando as duas composições em uma só no futuro.]]></description>
            <googleplay:description><![CDATA[Esta música, que compus em fevereiro de 2017, faz par com a música "Besouro: polinização", e a todo momento me pergunto se não devo combinar as duas em uma maior. Mas tenho preferência por músicar curtas, e já considero "Besouro: polinização" muito longa, o que ocorreu principalmente por causa da letra.<br />
O vôo do besouro parece a princípio aerodinamicamente inviável, e mesmo assim, ele realiza o que tem a apar6encia de ser impossível: ele vôa. Esse vôo desengonçado mas que é uma incrível demonstração de força, admirável e que não deixa de ter sua beleza, é o que procuro exprimir nesta música. <br />
Pode-se dizer que esta música, que representa o vôo desse poderoso inseto, está como que "anunciada" no final da outra. <br />
É provável que eu acabe mesmo combinando as duas composições em uma só no futuro.]]></googleplay:description>
            <itunes:summary><![CDATA[Esta música, que compus em fevereiro de 2017, faz par com a música "Besouro: polinização", e a todo momento me pergunto se não devo combinar as duas em uma maior. Mas tenho preferência por músicar curtas, e já considero "Besouro: polinização" muito longa, o que ocorreu principalmente por causa da letra.
O vôo do besouro parece a princípio aerodinamicamente inviável, e mesmo assim, ele realiza o que tem a apar6encia de ser impossível: ele vôa. Esse vôo desengonçado mas que é uma incrível demonstração de força, admirável e que não deixa de ter sua beleza, é o que procuro exprimir nesta música. 
Pode-se dizer que esta música, que representa o vôo desse poderoso inseto, está como que "anunciada" no final da outra. 
É provável que eu acabe mesmo combinando as duas composições em uma só no futuro.]]></itunes:summary>
            <itunes:image href="https://img.hearthis.at/5/1/2/_/uploads/9489347/image_user/w1400_h1400_q70_ptrue_v2_----cropped_1586131316215.jpg" />
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                <pubDate>Wed, 08 Apr 2020 14:39:40 +0200</pubDate>
                
                <atom:updated>2020-04-08T14:39:40+02:00</atom:updated>
                
            
            
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        <item>
            <title><![CDATA[Festiva]]></title>
            <link>https://hearthis.at/jotaborba/festiva/</link>
            <itunes:author><![CDATA[jotaborba]]></itunes:author>
            <description><![CDATA[Imagine uma festa de comunidade ou de rua, talvez uma festa junina, com uma fogueira ou algo assim. Talvez à noite. Imagine que sente algum cansaço mas está feliz, e se senta comodamente em algum lugar para assistir tranquilo à alegria das pessoas...<br />
esta é uma composição de junho de 2019.]]></description>
            <googleplay:description><![CDATA[Imagine uma festa de comunidade ou de rua, talvez uma festa junina, com uma fogueira ou algo assim. Talvez à noite. Imagine que sente algum cansaço mas está feliz, e se senta comodamente em algum lugar para assistir tranquilo à alegria das pessoas...<br />
esta é uma composição de junho de 2019.]]></googleplay:description>
            <itunes:summary><![CDATA[Imagine uma festa de comunidade ou de rua, talvez uma festa junina, com uma fogueira ou algo assim. Talvez à noite. Imagine que sente algum cansaço mas está feliz, e se senta comodamente em algum lugar para assistir tranquilo à alegria das pessoas...
esta é uma composição de junho de 2019.]]></itunes:summary>
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                <pubDate>Wed, 08 Apr 2020 14:19:37 +0200</pubDate>
                
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        <item>
            <title><![CDATA[Euforia de Ícaro]]></title>
            <link>https://hearthis.at/jotaborba/euforia-de-iecaro/</link>
            <itunes:author><![CDATA[jotaborba]]></itunes:author>
            <description><![CDATA[Esta composição é de Janeiro de 2020, e procura exprimir a llenta ascenção de um sentimento intenso de euforia e alegria no qual no entanto já se pressente a queda, de modo que a euforia nascente fica submersa desde o início, mergulhada na tristeza pressentida. Imaginem um sol nascendo, caloroso, iluminado... mas nascendo triste.<br />
<br />
Para quem queira compreender as fontes que me levaram a compor uma coisa assim, elas estão em algo presente na vida de quem sofre de um problema muito mal compreendido e rodeado de muitos preconceitos: o transtorno bipolar de humor.<br />
(Esta música aliás faz par com uma outra de minha composição, em que a temática é ainda mais explícita e acentuada: a música "Minha marcha de sombras em trilha de sol".)<br />
<br />
Devido a um problema químico de ordem hereditária, combinado a fatores externos de estresse e ansiedade que podem tornar a coisa mais instável e pouco previsível, o bipolar, sobretudo quando não medicado, passa por perídos de enorme euforia, muito acima do normal e do adequado para a situação real em que está, que são seguidos pela queda abismal em períodos de depressão. Quando ele tem autoconhecimento suficiente para compreender isso em si mesmo, passa a prever a queda quando está em euforia, e a própria euforia pode emergir de saída sob uma camada autoconsciente e triste, com uma tonalidade de sofrimento por antecipação. <br />
É o que se procura desenar nesta música.<br />
<br />
]]></description>
            <googleplay:description><![CDATA[Esta composição é de Janeiro de 2020, e procura exprimir a llenta ascenção de um sentimento intenso de euforia e alegria no qual no entanto já se pressente a queda, de modo que a euforia nascente fica submersa desde o início, mergulhada na tristeza pressentida. Imaginem um sol nascendo, caloroso, iluminado... mas nascendo triste.<br />
<br />
Para quem queira compreender as fontes que me levaram a compor uma coisa assim, elas estão em algo presente na vida de quem sofre de um problema muito mal compreendido e rodeado de muitos preconceitos: o transtorno bipolar de humor.<br />
(Esta música aliás faz par com uma outra de minha composição, em que a temática é ainda mais explícita e acentuada: a música "Minha marcha de sombras em trilha de sol".)<br />
<br />
Devido a um problema químico de ordem hereditária, combinado a fatores externos de estresse e ansiedade que podem tornar a coisa mais instável e pouco previsível, o bipolar, sobretudo quando não medicado, passa por perídos de enorme euforia, muito acima do normal e do adequado para a situação real em que está, que são seguidos pela queda abismal em períodos de depressão. Quando ele tem autoconhecimento suficiente para compreender isso em si mesmo, passa a prever a queda quando está em euforia, e a própria euforia pode emergir de saída sob uma camada autoconsciente e triste, com uma tonalidade de sofrimento por antecipação. <br />
É o que se procura desenar nesta música.<br />
<br />
]]></googleplay:description>
            <itunes:summary><![CDATA[Esta composição é de Janeiro de 2020, e procura exprimir a llenta ascenção de um sentimento intenso de euforia e alegria no qual no entanto já se pressente a queda, de modo que a euforia nascente fica submersa desde o início, mergulhada na tristeza pressentida. Imaginem um sol nascendo, caloroso, iluminado... mas nascendo triste.

Para quem queira compreender as fontes que me levaram a compor uma coisa assim, elas estão em algo presente na vida de quem sofre de um problema muito mal compreendido e rodeado de muitos preconceitos: o transtorno bipolar de humor.
(Esta música aliás faz par com uma outra de minha composição, em que a temática é ainda mais explícita e acentuada: a música "Minha marcha de sombras em trilha de sol".)

Devido a um problema químico de ordem hereditária, combinado a fatores externos de estresse e ansiedade que podem tornar a coisa mais instável e pouco previsível, o bipolar, sobretudo quando não medicado, passa por perídos de enorme euforia, muito acima do normal e do adequado para a situação real em que está, que são seguidos pela queda abismal em períodos de depressão. Quando ele tem autoconhecimento suficiente para compreender isso em si mesmo, passa a prever a queda quando está em euforia, e a própria euforia pode emergir de saída sob uma camada autoconsciente e triste, com uma tonalidade de sofrimento por antecipação. 
É o que se procura desenar nesta música.

]]></itunes:summary>
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                <pubDate>Wed, 08 Apr 2020 13:53:26 +0200</pubDate>
                
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            <title><![CDATA[Estrelas cadentes no Sol poente]]></title>
            <link>https://hearthis.at/jotaborba/estrelas-cadentes-no-sol-poente/</link>
            <itunes:author><![CDATA[jotaborba]]></itunes:author>
            <description><![CDATA[Compus esta música em junho de 2019.<br />
Creio que o título por si só descreve o que procurei representar através tela.]]></description>
            <googleplay:description><![CDATA[Compus esta música em junho de 2019.<br />
Creio que o título por si só descreve o que procurei representar através tela.]]></googleplay:description>
            <itunes:summary><![CDATA[Compus esta música em junho de 2019.
Creio que o título por si só descreve o que procurei representar através tela.]]></itunes:summary>
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                <pubDate>Wed, 08 Apr 2020 13:37:24 +0200</pubDate>
                
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            <title><![CDATA[Estátuas de vento]]></title>
            <link>https://hearthis.at/jotaborba/estaetuas-de-vento/</link>
            <itunes:author><![CDATA[jotaborba]]></itunes:author>
            <description><![CDATA[Letra de "Estátuas de vento", escrita por mim para esta música composta em junho de 2019 e cujo áudio está aqui em versão apenas instrumental.<br />
(Esta letra, assim como a música, está sob regime de Creative Commons, exigindo a atribuição ao autor e partilha em condições similares.) <br />
OBS.: A melodia e a letra, para ser honesto, na verdade foram compostas por mim na adolescência, mão não lembro a data. Apenas retomei em 2019 fazendo o arranjo, e passei a considerar esta como se fosse a data de composição.<br />
<br />
Co-o-o-mo nunca s'entregar<br />
Ao abrir dos portões do tempo,<br />
Onde as estátuas feitas de vento<br />
Vão compor novos refrões!<br />
E neles võ rodopiar até cair no chão,<br />
Deixando pra depois o que vier após,<br />
Pois esta canção<br />
Ainda não se compôs<br />
No coração das estátuas dançantes...<br />
Passos marcados roubando meus instantes...!<br />
Co-o-o-mo nunca s'entregar<br />
Ao abrir dos portões do tempo?<br />
<br />
]]></description>
            <googleplay:description><![CDATA[Letra de "Estátuas de vento", escrita por mim para esta música composta em junho de 2019 e cujo áudio está aqui em versão apenas instrumental.<br />
(Esta letra, assim como a música, está sob regime de Creative Commons, exigindo a atribuição ao autor e partilha em condições similares.) <br />
OBS.: A melodia e a letra, para ser honesto, na verdade foram compostas por mim na adolescência, mão não lembro a data. Apenas retomei em 2019 fazendo o arranjo, e passei a considerar esta como se fosse a data de composição.<br />
<br />
Co-o-o-mo nunca s'entregar<br />
Ao abrir dos portões do tempo,<br />
Onde as estátuas feitas de vento<br />
Vão compor novos refrões!<br />
E neles võ rodopiar até cair no chão,<br />
Deixando pra depois o que vier após,<br />
Pois esta canção<br />
Ainda não se compôs<br />
No coração das estátuas dançantes...<br />
Passos marcados roubando meus instantes...!<br />
Co-o-o-mo nunca s'entregar<br />
Ao abrir dos portões do tempo?<br />
<br />
]]></googleplay:description>
            <itunes:summary><![CDATA[Letra de "Estátuas de vento", escrita por mim para esta música composta em junho de 2019 e cujo áudio está aqui em versão apenas instrumental.
(Esta letra, assim como a música, está sob regime de Creative Commons, exigindo a atribuição ao autor e partilha em condições similares.) 
OBS.: A melodia e a letra, para ser honesto, na verdade foram compostas por mim na adolescência, mão não lembro a data. Apenas retomei em 2019 fazendo o arranjo, e passei a considerar esta como se fosse a data de composição.

Co-o-o-mo nunca s'entregar
Ao abrir dos portões do tempo,
Onde as estátuas feitas de vento
Vão compor novos refrões!
E neles võ rodopiar até cair no chão,
Deixando pra depois o que vier após,
Pois esta canção
Ainda não se compôs
No coração das estátuas dançantes...
Passos marcados roubando meus instantes...!
Co-o-o-mo nunca s'entregar
Ao abrir dos portões do tempo?

]]></itunes:summary>
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                <pubDate>Wed, 08 Apr 2020 13:29:00 +0200</pubDate>
                
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        <item>
            <title><![CDATA[Entre cigarros e drinks]]></title>
            <link>https://hearthis.at/jotaborba/entre-cigarros-e-drinks/</link>
            <itunes:author><![CDATA[jotaborba]]></itunes:author>
            <description><![CDATA[Imagine um espaço antigo, talvez da década de 50,  levemente esfumaçado, pessoas conversando e bebendo, talvez artistas e intelectuais que costumam freuqnetar o local, e uma banda tocando baixinho uma música de fundo... imaginei essa música e a compus, em junho de 2018.<br />
<br />
(Mais tarde fiquei "ëncanado" com a ideia de alguém achar impróprio eu colocar cigarros no título mesmo não sendo fumante rsrsrs.)]]></description>
            <googleplay:description><![CDATA[Imagine um espaço antigo, talvez da década de 50,  levemente esfumaçado, pessoas conversando e bebendo, talvez artistas e intelectuais que costumam freuqnetar o local, e uma banda tocando baixinho uma música de fundo... imaginei essa música e a compus, em junho de 2018.<br />
<br />
(Mais tarde fiquei "ëncanado" com a ideia de alguém achar impróprio eu colocar cigarros no título mesmo não sendo fumante rsrsrs.)]]></googleplay:description>
            <itunes:summary><![CDATA[Imagine um espaço antigo, talvez da década de 50,  levemente esfumaçado, pessoas conversando e bebendo, talvez artistas e intelectuais que costumam freuqnetar o local, e uma banda tocando baixinho uma música de fundo... imaginei essa música e a compus, em junho de 2018.

(Mais tarde fiquei "ëncanado" com a ideia de alguém achar impróprio eu colocar cigarros no título mesmo não sendo fumante rsrsrs.)]]></itunes:summary>
            <itunes:image href="https://img.hearthis.at/5/1/2/_/uploads/9489347/image_user/w1400_h1400_q70_ptrue_v2_----cropped_1586131316215.jpg" />
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                <pubDate>Wed, 08 Apr 2020 13:06:11 +0200</pubDate>
                
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        <item>
            <title><![CDATA[Dionisíacas]]></title>
            <link>https://hearthis.at/jotaborba/dionisieacas/</link>
            <itunes:author><![CDATA[jotaborba]]></itunes:author>
            <description><![CDATA[Esta música foi composta por mim em maio de 2019, e apesar de a ter classificado como instrumental, é na verdade dominada pelas vozes femininas.<br />
A intenção era exprimir algo como o êxtase sexual feminino oscilando em uma suave orgia báquica em alguma espécie de templo sagrado pagão...]]></description>
            <googleplay:description><![CDATA[Esta música foi composta por mim em maio de 2019, e apesar de a ter classificado como instrumental, é na verdade dominada pelas vozes femininas.<br />
A intenção era exprimir algo como o êxtase sexual feminino oscilando em uma suave orgia báquica em alguma espécie de templo sagrado pagão...]]></googleplay:description>
            <itunes:summary><![CDATA[Esta música foi composta por mim em maio de 2019, e apesar de a ter classificado como instrumental, é na verdade dominada pelas vozes femininas.
A intenção era exprimir algo como o êxtase sexual feminino oscilando em uma suave orgia báquica em alguma espécie de templo sagrado pagão...]]></itunes:summary>
            <itunes:image href="https://img.hearthis.at/5/1/2/_/uploads/9489347/image_user/w1400_h1400_q70_ptrue_v2_----cropped_1586131316215.jpg" />
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            <category><![CDATA[Sounds]]></category>
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                <pubDate>Wed, 08 Apr 2020 06:52:28 +0200</pubDate>
                
                <atom:updated>2020-04-08T06:52:28+02:00</atom:updated>
                
            
            
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        <item>
            <title><![CDATA[Demonios de Kolchack numa noite de retalhos]]></title>
            <link>https://hearthis.at/jotaborba/demonios-de-kolchack-numa-noite-de-retalhos/</link>
            <itunes:author><![CDATA[jotaborba]]></itunes:author>
            <description><![CDATA[Gosto bastante desta minha composição, realizada em 30 de dezembro de 2018. Por toda juventude fui fã incondicional do seriado de TV "Kolshack e os demônios da noite", hoje considerado uma relíquia. Eram histórias de terror investigadas por um jornalista  teimoso dum minúsculo jornal, e em quem ninguém acreditava. Havia um humor irônico delicioso nas aventuras do jornalista (ou ante "reporter investigativo") Carl Kolchack. Nós  o acompanhávamos em sua narativa e seus pavores, mas víamos a coragem impressionante que surgia de sua obsessão profissional pela notícia. E sabíamos que, no fundo, tudo podia ser invenção! Mas o importante aqui é o que o seriado tinha, entre outras qualidades, uma música-tema estupenda, inigualável, que se iniciava com um assobio e ia crescendo,  instaurando um clima de  suspense até o clímax. Pois bem: deixando o clímax de lado e preferindo ficar no clima criado por aquele assobio inicial, criei minha própria versão da coisa, totalmente diferente (é uma outra música, e não a mesma, apenas inspirada naquela). A minha é esta que está presente aqui, para apreciação dos ouvintes.]]></description>
            <googleplay:description><![CDATA[Gosto bastante desta minha composição, realizada em 30 de dezembro de 2018. Por toda juventude fui fã incondicional do seriado de TV "Kolshack e os demônios da noite", hoje considerado uma relíquia. Eram histórias de terror investigadas por um jornalista  teimoso dum minúsculo jornal, e em quem ninguém acreditava. Havia um humor irônico delicioso nas aventuras do jornalista (ou ante "reporter investigativo") Carl Kolchack. Nós  o acompanhávamos em sua narativa e seus pavores, mas víamos a coragem impressionante que surgia de sua obsessão profissional pela notícia. E sabíamos que, no fundo, tudo podia ser invenção! Mas o importante aqui é o que o seriado tinha, entre outras qualidades, uma música-tema estupenda, inigualável, que se iniciava com um assobio e ia crescendo,  instaurando um clima de  suspense até o clímax. Pois bem: deixando o clímax de lado e preferindo ficar no clima criado por aquele assobio inicial, criei minha própria versão da coisa, totalmente diferente (é uma outra música, e não a mesma, apenas inspirada naquela). A minha é esta que está presente aqui, para apreciação dos ouvintes.]]></googleplay:description>
            <itunes:summary><![CDATA[Gosto bastante desta minha composição, realizada em 30 de dezembro de 2018. Por toda juventude fui fã incondicional do seriado de TV "Kolshack e os demônios da noite", hoje considerado uma relíquia. Eram histórias de terror investigadas por um jornalista  teimoso dum minúsculo jornal, e em quem ninguém acreditava. Havia um humor irônico delicioso nas aventuras do jornalista (ou ante "reporter investigativo") Carl Kolchack. Nós  o acompanhávamos em sua narativa e seus pavores, mas víamos a coragem impressionante que surgia de sua obsessão profissional pela notícia. E sabíamos que, no fundo, tudo podia ser invenção! Mas o importante aqui é o que o seriado tinha, entre outras qualidades, uma música-tema estupenda, inigualável, que se iniciava com um assobio e ia crescendo,  instaurando um clima de  suspense até o clímax. Pois bem: deixando o clímax de lado e preferindo ficar no clima criado por aquele assobio inicial, criei minha própria versão da coisa, totalmente diferente (é uma outra música, e não a mesma, apenas inspirada naquela). A minha é esta que está presente aqui, para apreciação dos ouvintes.]]></itunes:summary>
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                <pubDate>Wed, 08 Apr 2020 06:43:58 +0200</pubDate>
                
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            <title><![CDATA[Decifrando]]></title>
            <link>https://hearthis.at/jotaborba/decifrando/</link>
            <itunes:author><![CDATA[jotaborba]]></itunes:author>
            <description><![CDATA[Esta é uma de minhas composições favoritas. Criada em junho de 2016 com um começo propositalmente estranho, mas ao qual o ouvido se acostuma na repetição fazendo soar melhor, é uma música pensada como tema sonoro de suspense para as aventuras de dois personagens que criei.  Os dois personagens são uma dupla de detetives (um deles é meio hacker e parcialmente biônico, mas também lobisomem, e o outro é um gênio louco). Os dois fazem parte de narrativas de mistério e humor que pretendo entrelaçar com estudos de filosofia e mitologia em uma série de vídeos à qual dei o nome de "Sinapses do Projeto Quem".<br />
Para criar esta música-tema deles, maginei a dupla de detetives tendo que decifrar alguma coisa com extrema urgência e em situação de alto risco (por exemplo um código para impedir a explosão de uma bomba ou algo assim). Ao mesmo tempo, era preciso transmitir a sensação de estranhamento que tais personagens tão extravagantes devem causar. <br />
O resultado está aí.]]></description>
            <googleplay:description><![CDATA[Esta é uma de minhas composições favoritas. Criada em junho de 2016 com um começo propositalmente estranho, mas ao qual o ouvido se acostuma na repetição fazendo soar melhor, é uma música pensada como tema sonoro de suspense para as aventuras de dois personagens que criei.  Os dois personagens são uma dupla de detetives (um deles é meio hacker e parcialmente biônico, mas também lobisomem, e o outro é um gênio louco). Os dois fazem parte de narrativas de mistério e humor que pretendo entrelaçar com estudos de filosofia e mitologia em uma série de vídeos à qual dei o nome de "Sinapses do Projeto Quem".<br />
Para criar esta música-tema deles, maginei a dupla de detetives tendo que decifrar alguma coisa com extrema urgência e em situação de alto risco (por exemplo um código para impedir a explosão de uma bomba ou algo assim). Ao mesmo tempo, era preciso transmitir a sensação de estranhamento que tais personagens tão extravagantes devem causar. <br />
O resultado está aí.]]></googleplay:description>
            <itunes:summary><![CDATA[Esta é uma de minhas composições favoritas. Criada em junho de 2016 com um começo propositalmente estranho, mas ao qual o ouvido se acostuma na repetição fazendo soar melhor, é uma música pensada como tema sonoro de suspense para as aventuras de dois personagens que criei.  Os dois personagens são uma dupla de detetives (um deles é meio hacker e parcialmente biônico, mas também lobisomem, e o outro é um gênio louco). Os dois fazem parte de narrativas de mistério e humor que pretendo entrelaçar com estudos de filosofia e mitologia em uma série de vídeos à qual dei o nome de "Sinapses do Projeto Quem".
Para criar esta música-tema deles, maginei a dupla de detetives tendo que decifrar alguma coisa com extrema urgência e em situação de alto risco (por exemplo um código para impedir a explosão de uma bomba ou algo assim). Ao mesmo tempo, era preciso transmitir a sensação de estranhamento que tais personagens tão extravagantes devem causar. 
O resultado está aí.]]></itunes:summary>
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                <pubDate>Wed, 08 Apr 2020 06:19:16 +0200</pubDate>
                
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            <title><![CDATA[Dançarina aprendiz]]></title>
            <link>https://hearthis.at/jotaborba/dancearina/</link>
            <itunes:author><![CDATA[jotaborba]]></itunes:author>
            <description><![CDATA["Dançarina aprendiz" é uma música que compus tentando retratar precisamente isso: a imagem de uma jovem dançarina aprendiz treinando . Queria que a música exprimisse de algum modo os passos de dança sendo experimentados, ainda sem a fluidez de uma dança completa. Arrisquei-me propositalmente a deixar a música com uma qualidade menor por falta de fluidez em seu ritmo, a fim de exprimir melhor essa imagem da aprendiz experimentando os seus passos um... a um... de certo modo posso dizer que exprimir isso vividamente parecia mais importante para mim, quando compus isto, do que a própria qualidade da música, composta por mim em junho de 2019.]]></description>
            <googleplay:description><![CDATA["Dançarina aprendiz" é uma música que compus tentando retratar precisamente isso: a imagem de uma jovem dançarina aprendiz treinando . Queria que a música exprimisse de algum modo os passos de dança sendo experimentados, ainda sem a fluidez de uma dança completa. Arrisquei-me propositalmente a deixar a música com uma qualidade menor por falta de fluidez em seu ritmo, a fim de exprimir melhor essa imagem da aprendiz experimentando os seus passos um... a um... de certo modo posso dizer que exprimir isso vividamente parecia mais importante para mim, quando compus isto, do que a própria qualidade da música, composta por mim em junho de 2019.]]></googleplay:description>
            <itunes:summary><![CDATA["Dançarina aprendiz" é uma música que compus tentando retratar precisamente isso: a imagem de uma jovem dançarina aprendiz treinando . Queria que a música exprimisse de algum modo os passos de dança sendo experimentados, ainda sem a fluidez de uma dança completa. Arrisquei-me propositalmente a deixar a música com uma qualidade menor por falta de fluidez em seu ritmo, a fim de exprimir melhor essa imagem da aprendiz experimentando os seus passos um... a um... de certo modo posso dizer que exprimir isso vividamente parecia mais importante para mim, quando compus isto, do que a própria qualidade da música, composta por mim em junho de 2019.]]></itunes:summary>
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                <pubDate>Wed, 08 Apr 2020 06:05:05 +0200</pubDate>
                
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            <title><![CDATA[Dança dos três degraus]]></title>
            <link>https://hearthis.at/jotaborba/dancea-dos-trees-degraus/</link>
            <itunes:author><![CDATA[jotaborba]]></itunes:author>
            <description><![CDATA[Em tempo de colégio, diante de qualquer piano ou teclado que aparecesse na minha frente, brincava sempre de tocar um mesmo trechinho de música que girava em torno de três notas básicas em sequência. Era uma mania. Tinha a ideia fixa de um dia compor a partir daqueles três "degraus" uma música completa que deveria ser de algum modo especial. Isso nunca aconteceu. A mania passou e esqueci a ideia de compor a tal música. O que ficou no pensamento e nunca esqueci foram aqueles três degraus. Precisava de algum modo me livrar deles, realizar alguma coisa com eles, já não me importava mais se seria algo realmente bom ou satisfatório para mim. O resultado, décadas depois, foi esta pequena música para instrumentos bem diferentes de um teclado, e que realmente, está muito longe de ser uma de minhas favoritas, muito aquém dos meus critérios para algo "bom". De qualquer modo, não deixo de ter um certo carinho por esses três "degraus", que cumpriram um papel na história de minha paixão pela música e acabaram registrados aqui, nesta composição de junho de 2019, para a apreciação de quem queira.]]></description>
            <googleplay:description><![CDATA[Em tempo de colégio, diante de qualquer piano ou teclado que aparecesse na minha frente, brincava sempre de tocar um mesmo trechinho de música que girava em torno de três notas básicas em sequência. Era uma mania. Tinha a ideia fixa de um dia compor a partir daqueles três "degraus" uma música completa que deveria ser de algum modo especial. Isso nunca aconteceu. A mania passou e esqueci a ideia de compor a tal música. O que ficou no pensamento e nunca esqueci foram aqueles três degraus. Precisava de algum modo me livrar deles, realizar alguma coisa com eles, já não me importava mais se seria algo realmente bom ou satisfatório para mim. O resultado, décadas depois, foi esta pequena música para instrumentos bem diferentes de um teclado, e que realmente, está muito longe de ser uma de minhas favoritas, muito aquém dos meus critérios para algo "bom". De qualquer modo, não deixo de ter um certo carinho por esses três "degraus", que cumpriram um papel na história de minha paixão pela música e acabaram registrados aqui, nesta composição de junho de 2019, para a apreciação de quem queira.]]></googleplay:description>
            <itunes:summary><![CDATA[Em tempo de colégio, diante de qualquer piano ou teclado que aparecesse na minha frente, brincava sempre de tocar um mesmo trechinho de música que girava em torno de três notas básicas em sequência. Era uma mania. Tinha a ideia fixa de um dia compor a partir daqueles três "degraus" uma música completa que deveria ser de algum modo especial. Isso nunca aconteceu. A mania passou e esqueci a ideia de compor a tal música. O que ficou no pensamento e nunca esqueci foram aqueles três degraus. Precisava de algum modo me livrar deles, realizar alguma coisa com eles, já não me importava mais se seria algo realmente bom ou satisfatório para mim. O resultado, décadas depois, foi esta pequena música para instrumentos bem diferentes de um teclado, e que realmente, está muito longe de ser uma de minhas favoritas, muito aquém dos meus critérios para algo "bom". De qualquer modo, não deixo de ter um certo carinho por esses três "degraus", que cumpriram um papel na história de minha paixão pela música e acabaram registrados aqui, nesta composição de junho de 2019, para a apreciação de quem queira.]]></itunes:summary>
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                <pubDate>Wed, 08 Apr 2020 05:52:08 +0200</pubDate>
                
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            <title><![CDATA[Cavalgada Contra o Vento]]></title>
            <link>https://hearthis.at/jotaborba/cavalgadacontraovento/</link>
            <itunes:author><![CDATA[jotaborba]]></itunes:author>
            <description><![CDATA["Cavalgada contra o vento"é, digamos assim, minha "música de filme de faroeste" rsrsrs, que compus em 13/03/2018.]]></description>
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                <pubDate>Wed, 08 Apr 2020 05:35:26 +0200</pubDate>
                
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            <title><![CDATA[Borboleta na beira do penhasco]]></title>
            <link>https://hearthis.at/jotaborba/borboleta-na-beira-do-penhasco/</link>
            <itunes:author><![CDATA[jotaborba]]></itunes:author>
            <description><![CDATA[A composição foi feita por João Ribeiro de Almeida Borba pouco tempo depois de seu pai, Gabriel Borba, ter sofrido um ataque cardíaco e escapado por pouco depois de cirurgia e longa internação. "Borboleta" sugere o nome "Borba", e a borboleta flutuando na beira do penhasco sugere a leveza do alívio, depois de passado o perigo. O abismo sempre presente ali em baixo como pano de fundo, sugere a fragilidade da vida. Ele aparece representado na forma de "falhas" em que a melodia apresenta uma pequena "queda" suave sendo retomada rapidamente, e também representado por alguns crescentes de tensão, ainda que apesar de tudo, o conjunto permaneça sempre suave e por assim dizer, "aliviante".]]></description>
            <googleplay:description><![CDATA[A composição foi feita por João Ribeiro de Almeida Borba pouco tempo depois de seu pai, Gabriel Borba, ter sofrido um ataque cardíaco e escapado por pouco depois de cirurgia e longa internação. "Borboleta" sugere o nome "Borba", e a borboleta flutuando na beira do penhasco sugere a leveza do alívio, depois de passado o perigo. O abismo sempre presente ali em baixo como pano de fundo, sugere a fragilidade da vida. Ele aparece representado na forma de "falhas" em que a melodia apresenta uma pequena "queda" suave sendo retomada rapidamente, e também representado por alguns crescentes de tensão, ainda que apesar de tudo, o conjunto permaneça sempre suave e por assim dizer, "aliviante".]]></googleplay:description>
            <itunes:summary><![CDATA[A composição foi feita por João Ribeiro de Almeida Borba pouco tempo depois de seu pai, Gabriel Borba, ter sofrido um ataque cardíaco e escapado por pouco depois de cirurgia e longa internação. "Borboleta" sugere o nome "Borba", e a borboleta flutuando na beira do penhasco sugere a leveza do alívio, depois de passado o perigo. O abismo sempre presente ali em baixo como pano de fundo, sugere a fragilidade da vida. Ele aparece representado na forma de "falhas" em que a melodia apresenta uma pequena "queda" suave sendo retomada rapidamente, e também representado por alguns crescentes de tensão, ainda que apesar de tudo, o conjunto permaneça sempre suave e por assim dizer, "aliviante".]]></itunes:summary>
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                <pubDate>Wed, 08 Apr 2020 05:26:52 +0200</pubDate>
                
                <atom:updated>2020-04-08T05:26:52+02:00</atom:updated>
                
            
            
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            <title><![CDATA[Besouro: polinização]]></title>
            <link>https://hearthis.at/jotaborba/besouro-polinizaceaeo/</link>
            <itunes:author><![CDATA[jotaborba]]></itunes:author>
            <description><![CDATA[**LETRA DE "BESOURO: POLINIZAÇÃO"**, escrita por João Ribeiro de A. Borba (o mesmo compositor da música)<br />
Pode ser distribuída em regime de Creative Commons com atribuição ao autor e partilha em condições semelhantes.<br />
por falta de espaço a letra está escrita aqui quase como um texto corrido, sem respeitar a melhor disposição para os versos.<br />
<br />
Quem sou eu? / Tu diz: "Miolo mole!" / Sei que sou somente, / Na tua mente, / Mais um inseto /  Mais uma grosseira casca... /<br />
...Tu tá por fora, / Não entendeu meia lasca: / É uma armadura / Contra o fogo e a nevasca!<br />
Quem sou eu? / Tu diz: “Que bicho feio!” / Sou tão grandalhão, mas / Pequenininho, / E de cabeça poderosa / Que trabalha.<br />
E que trabalh’o coração / E te atrapalha! / Pois nunca para de voar / Na tua cara! / Eu carrego tanto / Pólem par’o além...! /<br />
 Te’spanta que o caminho / Passe o sol poente?... / Posso ser nanico, / Mas sai da minha frente! / Tu não entende, / <br />
O mundo gir’eu vou / Pegar aquela flor / De muito além /Da Terra do Sol Nascente! / Não sei de nada, / Só que tu me pisa, então<br />
 /  Já sei que sou o pavimento / Dessa estrada! Do parapeito / Me arremesso a voar, / E os para- / Doxos, quedas, choques /<br />
 Que se danem! Tu me diz assim, / Que sou o Sol / Dessa festa democrata, / Mas tu me tapa / Me atirando pelo chão!<br />
Tu até me põe / De broche de amestist’ / Em blusa de sofista, / Teu papo amigo / É mais vendido / Que um chavão! /<br />
Miolo mole, tu diz, / Cabeça dura... / Sou pequenino grandalhão / De coração que nada pára. / Quando te agarro /<br />
Com patas horrorosas. / Só tô querendo te tirar do meu caminho / E passar!<br />
..<br />
Só tô querendo mesmo é<br />
Te arrancar do meu caminho<br />
E passar! ]]></description>
            <googleplay:description><![CDATA[**LETRA DE "BESOURO: POLINIZAÇÃO"**, escrita por João Ribeiro de A. Borba (o mesmo compositor da música)<br />
Pode ser distribuída em regime de Creative Commons com atribuição ao autor e partilha em condições semelhantes.<br />
por falta de espaço a letra está escrita aqui quase como um texto corrido, sem respeitar a melhor disposição para os versos.<br />
<br />
Quem sou eu? / Tu diz: "Miolo mole!" / Sei que sou somente, / Na tua mente, / Mais um inseto /  Mais uma grosseira casca... /<br />
...Tu tá por fora, / Não entendeu meia lasca: / É uma armadura / Contra o fogo e a nevasca!<br />
Quem sou eu? / Tu diz: “Que bicho feio!” / Sou tão grandalhão, mas / Pequenininho, / E de cabeça poderosa / Que trabalha.<br />
E que trabalh’o coração / E te atrapalha! / Pois nunca para de voar / Na tua cara! / Eu carrego tanto / Pólem par’o além...! /<br />
 Te’spanta que o caminho / Passe o sol poente?... / Posso ser nanico, / Mas sai da minha frente! / Tu não entende, / <br />
O mundo gir’eu vou / Pegar aquela flor / De muito além /Da Terra do Sol Nascente! / Não sei de nada, / Só que tu me pisa, então<br />
 /  Já sei que sou o pavimento / Dessa estrada! Do parapeito / Me arremesso a voar, / E os para- / Doxos, quedas, choques /<br />
 Que se danem! Tu me diz assim, / Que sou o Sol / Dessa festa democrata, / Mas tu me tapa / Me atirando pelo chão!<br />
Tu até me põe / De broche de amestist’ / Em blusa de sofista, / Teu papo amigo / É mais vendido / Que um chavão! /<br />
Miolo mole, tu diz, / Cabeça dura... / Sou pequenino grandalhão / De coração que nada pára. / Quando te agarro /<br />
Com patas horrorosas. / Só tô querendo te tirar do meu caminho / E passar!<br />
..<br />
Só tô querendo mesmo é<br />
Te arrancar do meu caminho<br />
E passar! ]]></googleplay:description>
            <itunes:summary><![CDATA[**LETRA DE "BESOURO: POLINIZAÇÃO"**, escrita por João Ribeiro de A. Borba (o mesmo compositor da música)
Pode ser distribuída em regime de Creative Commons com atribuição ao autor e partilha em condições semelhantes.
por falta de espaço a letra está escrita aqui quase como um texto corrido, sem respeitar a melhor disposição para os versos.

Quem sou eu? / Tu diz: "Miolo mole!" / Sei que sou somente, / Na tua mente, / Mais um inseto /  Mais uma grosseira casca... /
...Tu tá por fora, / Não entendeu meia lasca: / É uma armadura / Contra o fogo e a nevasca!
Quem sou eu? / Tu diz: “Que bicho feio!” / Sou tão grandalhão, mas / Pequenininho, / E de cabeça poderosa / Que trabalha.
E que trabalh’o coração / E te atrapalha! / Pois nunca para de voar / Na tua cara! / Eu carrego tanto / Pólem par’o além...! /
 Te’spanta que o caminho / Passe o sol poente?... / Posso ser nanico, / Mas sai da minha frente! / Tu não entende, / 
O mundo gir’eu vou / Pegar aquela flor / De muito além /Da Terra do Sol Nascente! / Não sei de nada, / Só que tu me pisa, então
 /  Já sei que sou o pavimento / Dessa estrada! Do parapeito / Me arremesso a voar, / E os para- / Doxos, quedas, choques /
 Que se danem! Tu me diz assim, / Que sou o Sol / Dessa festa democrata, / Mas tu me tapa / Me atirando pelo chão!
Tu até me põe / De broche de amestist’ / Em blusa de sofista, / Teu papo amigo / É mais vendido / Que um chavão! /
Miolo mole, tu diz, / Cabeça dura... / Sou pequenino grandalhão / De coração que nada pára. / Quando te agarro /
Com patas horrorosas. / Só tô querendo te tirar do meu caminho / E passar!
..
Só tô querendo mesmo é
Te arrancar do meu caminho
E passar! ]]></itunes:summary>
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                <pubDate>Wed, 08 Apr 2020 04:43:39 +0200</pubDate>
                
                <atom:updated>2020-04-08T04:43:39+02:00</atom:updated>
                
            
            
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            <title><![CDATA[A luz de uma vela flutuando na noite]]></title>
            <link>https://hearthis.at/jotaborba/a-luz-de-uma-vela-flutuando-na-noite/</link>
            <itunes:author><![CDATA[jotaborba]]></itunes:author>
            <description><![CDATA[Esta é uma composição que realizei em junho de 2019, procurando criar o clima dessa situação: estar caminhando numa noite muito escura segurando uma vela acesa, vendo quase que apenas a luz da vela flutuando à nossa frente... esse clima me sugere alusões à fragilidade da consciência se aventurando tateante para dentro da inconsciência.]]></description>
            <googleplay:description><![CDATA[Esta é uma composição que realizei em junho de 2019, procurando criar o clima dessa situação: estar caminhando numa noite muito escura segurando uma vela acesa, vendo quase que apenas a luz da vela flutuando à nossa frente... esse clima me sugere alusões à fragilidade da consciência se aventurando tateante para dentro da inconsciência.]]></googleplay:description>
            <itunes:summary><![CDATA[Esta é uma composição que realizei em junho de 2019, procurando criar o clima dessa situação: estar caminhando numa noite muito escura segurando uma vela acesa, vendo quase que apenas a luz da vela flutuando à nossa frente... esse clima me sugere alusões à fragilidade da consciência se aventurando tateante para dentro da inconsciência.]]></itunes:summary>
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                <pubDate>Wed, 08 Apr 2020 04:04:21 +0200</pubDate>
                
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            <title><![CDATA[Carinhoso Lobisomem]]></title>
            <link>https://hearthis.at/jotaborba/carinhosolobisomem/</link>
            <itunes:author><![CDATA[jotaborba]]></itunes:author>
            <description><![CDATA[	A música foi composta de presente para minha esposa. Ela gosta tanto de crianças e de cachorros que, para não ficar para trás, fiz essa música como trilha sonora de um vídeo em que apareço desde criança e amadurecendo, até que a certa altura me tranformo em lobisomem rsrsrs. <br />
	Mas há também referência a um dos personagens que aparecem nas narrartivas de mistério e humor que acompanham minha série de video-aulas sobre filosofia e mitologia (a série "Sinapses do Projeto Quem"). <br />
	Além disso, utilizo a metáfora do lobisomem para provocar alguma reflexão sobre os limites da linguagem e da expressão humana.]]></description>
            <googleplay:description><![CDATA[	A música foi composta de presente para minha esposa. Ela gosta tanto de crianças e de cachorros que, para não ficar para trás, fiz essa música como trilha sonora de um vídeo em que apareço desde criança e amadurecendo, até que a certa altura me tranformo em lobisomem rsrsrs. <br />
	Mas há também referência a um dos personagens que aparecem nas narrartivas de mistério e humor que acompanham minha série de video-aulas sobre filosofia e mitologia (a série "Sinapses do Projeto Quem"). <br />
	Além disso, utilizo a metáfora do lobisomem para provocar alguma reflexão sobre os limites da linguagem e da expressão humana.]]></googleplay:description>
            <itunes:summary><![CDATA[	A música foi composta de presente para minha esposa. Ela gosta tanto de crianças e de cachorros que, para não ficar para trás, fiz essa música como trilha sonora de um vídeo em que apareço desde criança e amadurecendo, até que a certa altura me tranformo em lobisomem rsrsrs. 
	Mas há também referência a um dos personagens que aparecem nas narrartivas de mistério e humor que acompanham minha série de video-aulas sobre filosofia e mitologia (a série "Sinapses do Projeto Quem"). 
	Além disso, utilizo a metáfora do lobisomem para provocar alguma reflexão sobre os limites da linguagem e da expressão humana.]]></itunes:summary>
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                <pubDate>Mon, 06 Apr 2020 03:40:31 +0200</pubDate>
                
                <atom:updated>2020-04-06T03:40:31+02:00</atom:updated>
                
            
            
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            <title><![CDATA[ Papagaio de realejo (sua vida)]]></title>
            <link>https://hearthis.at/jotaborba/papagaio-de-realejo/</link>
            <itunes:author><![CDATA[jotaborba]]></itunes:author>
            <description><![CDATA[Esta é uma música que procura exprimir o aspecto tedioso e repetitivo da vida cotidiana.<br />
<br />
A música está sob licença Creative Commons, você pode utilizar livremente desde que com reconhecimento de minha autoria e de que só a compartilhe sob as mesmas condições.<br />
<br />
]]></description>
            <googleplay:description><![CDATA[Esta é uma música que procura exprimir o aspecto tedioso e repetitivo da vida cotidiana.<br />
<br />
A música está sob licença Creative Commons, você pode utilizar livremente desde que com reconhecimento de minha autoria e de que só a compartilhe sob as mesmas condições.<br />
<br />
]]></googleplay:description>
            <itunes:summary><![CDATA[Esta é uma música que procura exprimir o aspecto tedioso e repetitivo da vida cotidiana.

A música está sob licença Creative Commons, você pode utilizar livremente desde que com reconhecimento de minha autoria e de que só a compartilhe sob as mesmas condições.

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                <pubDate>Mon, 06 Apr 2020 02:38:49 +0200</pubDate>
                
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            <title><![CDATA[Arabesco (um mosaico de vidro)]]></title>
            <link>https://hearthis.at/jotaborba/arabesco/</link>
            <itunes:author><![CDATA[jotaborba]]></itunes:author>
            <description><![CDATA[Compus "Arabesco (um mosaico de vidro)" para servir como música-tema de uma série de videoaulas sobre filosofia e mitologia, combinadas com narrativas de mistério e humor, que criei com o título de "Sinapses do Projeto Quem". <br />
A música foi pensada tanto a partir dos silêncios quanto a partir dos sons, procurando que o ouvinte preenchesse mentalmente os vazios, mas ao mesmo tempo de modo a provocar uma sensação auditiva complexa, e quebradiça, "craquelada", e com níveis de transparência.<br />
<br />
A música está sob licença Creative Commons, você pode utilizar livremente desde que com reconhecimento de minha autoria e de que só a compartilhe sob as mesmas condições.]]></description>
            <googleplay:description><![CDATA[Compus "Arabesco (um mosaico de vidro)" para servir como música-tema de uma série de videoaulas sobre filosofia e mitologia, combinadas com narrativas de mistério e humor, que criei com o título de "Sinapses do Projeto Quem". <br />
A música foi pensada tanto a partir dos silêncios quanto a partir dos sons, procurando que o ouvinte preenchesse mentalmente os vazios, mas ao mesmo tempo de modo a provocar uma sensação auditiva complexa, e quebradiça, "craquelada", e com níveis de transparência.<br />
<br />
A música está sob licença Creative Commons, você pode utilizar livremente desde que com reconhecimento de minha autoria e de que só a compartilhe sob as mesmas condições.]]></googleplay:description>
            <itunes:summary><![CDATA[Compus "Arabesco (um mosaico de vidro)" para servir como música-tema de uma série de videoaulas sobre filosofia e mitologia, combinadas com narrativas de mistério e humor, que criei com o título de "Sinapses do Projeto Quem". 
A música foi pensada tanto a partir dos silêncios quanto a partir dos sons, procurando que o ouvinte preenchesse mentalmente os vazios, mas ao mesmo tempo de modo a provocar uma sensação auditiva complexa, e quebradiça, "craquelada", e com níveis de transparência.

A música está sob licença Creative Commons, você pode utilizar livremente desde que com reconhecimento de minha autoria e de que só a compartilhe sob as mesmas condições.]]></itunes:summary>
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                <pubDate>Mon, 06 Apr 2020 02:37:41 +0200</pubDate>
                
                <atom:updated>2020-04-06T02:37:41+02:00</atom:updated>
                
            
            
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